S PT ofereceu ou não a Marta a candidatura ao governo em 2018?

S presidente do PT de São Paulo, Emídio de Souza, negou que o partido tenha oferecido à senadora Marta Suplicy a vaga de candidata ao governo do Estado para permanecer na legenda. “Isso nunca aconteceu, até porque ela se negou a dialogar com o partido”.

Marta fez tal asseveração no programa “Os Pingos nos Is”, nesta quinta, quando perguntei a ela se teria deixado o PT caso o partido lhe tivesse oferecido a vaga de candidata à Prefeitura no ano que vem. Ela afirmou que sairia em qualquer estado e emendou: “Podem ter proposto outras coisas, que não vale eu falar cá”. Insisti para saber o que era. Ela, logo, respondeu: “Sugeriram de eu ter candidatura ao governo”.

Se não foi a dificuldade para se candidatar a nascente ou àquele incumbência o motivo da saída, logo foi o quê. Ela respondeu:
“P o acúmulo, não é só a questão de candidatura. S partido não corresponde a zero do que eu acredito. Você vai vendo as coisas, vai vendo os malfeitos e vai vendo também sua história no partido. Eu não tenho zero a ver com essas coisas erradas, não comungo com essa política econômica. (…) Junta tudo, veio o óbvio”.

S PT está furioso com Marta, que passou a ser um dos principais alvos da Al Qaeda eletrônica e dos blogs sujos, que já começaram, porquê de hábito, a rondar a grande prelo, que estaria dando esfera pra ela só porque saiu do PT…

Que gente asquerosa! Vejam que modo quebradiço de pensar. Eles acham que a “mídia” deve dar espaço aos petistas porque petistas. E deve banir os que não são petistas porque antipetistas. Logo, na democracia companheira, só o PT fala.

Mas o PT ofereceu ou não ofereceu o função? Emídio diz que não. Marta diz que sim. Não é um daqueles casos em que se faz necessária uma acareação, né? Até porque a oferta pode não ser sido feita por Emídio. Só por hipótese: assim porquê Lula decidiu que Dilma disputaria a Presidência, e Fernando Haddad, a Prefeitura, poderia ter dito a Marta: “Fique, e você disputará o governo…”

Se o próprio Emídio, no entanto, diz que ela não conversou com o partido, logo parece verdadeira a asseveração da senadora de que não haveria oferta que a fizesse permanecer VEJA.com