O mundo não vai retroceder em relação às questões ambientais – Era Negócios

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Carlo Pereira, CEO da Rede Brasileira do Pacto Global da ONU (Foto: Divulgação)

Carlo Pereira, CEO do Pacto Global da ONU no Brasil (Foto: Divulgação)

O presidente do Pacto Global da ONU no Brasil, Carlo Pereira, passou a maior secção de setembro fora do país. Mais exatamente em Novidade York, onde participou de diversos eventos relacionados à sustentabilidade – entre eles, o Brazil Climate Summit e o SDGs in Brazil.

“Acredito que, com esses dois eventos, conseguimos mostrar a força do empresariado brasílico. Foram discussões muito maduras, que abordaram todos os desafios que o Brasil enfrenta, mas também levantaram as soluções que estão sendo oferecidas hoje pelo setor privado”, diz Pereira.

Na próxima segunda (10), Carlo Pereira falará sobre negócios e sustentabilidade dentro da cerimônia de premiação do anuário Era NEGÓCIOS 360º, em São Paulo. O encontro irá realçar a Empresa do Ano e as organizações brasileiras que tiveram a melhor performance em seis desafios: inovação, visão de horizonte, ESG/socioambiental, ESG/governança, pessoas e desempenho financeiro.

O papel da liderança corporativa na construção de um planeta mais sustentável será um dos temas de Pereira. “Hoje, essa liderança é mais requerida do que nunca, no Brasil e no mundo”, diz. Segundo a pesquisa Barômetro da Crédito, da dependência Eldeman, 80% dos brasileiros querem que a liderança empresarial venha adiante falar sobre questões da sociedade e tome medidas concretas em relação à sustentabilidade”.

Usar a crise econômica porquê desculpa para não agir é um pouco que “não funciona mais”, na opinião do presidente do Pacto Global no Brasil. “Não vamos transpor das crises futuras virando as costas para a sustentabilidade. Muito pelo contrário, vai ser por meio do desenvolvimento sustentável que vamos superar essas crises”.

Geração sustentável

O que os líderes precisam entender, diz Pereira, é que o planeta vive um processo sem volta. “O mundo não vai retroceder em relação às questões ambientais”, diz o CEO. São três os fatores decisivos para que essa progressão siga fortalecida, segundo ele.

O primeiro e mais evidente são os efeitos das mudanças climáticas, que se multiplicaram de maneira exponencial nos últimos dois anos. “A partir do momento em que a gente sente o clima na pele, fica evidente que a devastação não está restrita aos países mais pobres e pode afetar qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo – ainda que os menos favorecidos estejam mais descobertos”, completa.

Outro fator que obrigará o setor privado a agir será o desenvolvimento de novas tecnologias que combatem as mudanças climáticas, em uma velocidade cada vez maior. “Isso aquece o mercado e faz com que essas soluções sejam cada vez mais adotadas”, diz. É o que acontece, por exemplo, com energias renováveis porquê a solar e a eólica, que hoje alcançam recordes de instalações em todo o planeta.

Por término, talvez o maior motor por trás dos avanços ambientais seja a questão geracional, já que todos os jovens, a partir dos millennials, exigem ações imediatas e decisivas para virar o aquecimento do planeta. “Junto a isso, nós temos o que alguns especialistas chamam de a Grande Transferência”, diz Pereira.

Essa teoria estabelece que muro de R$ 70 trilhões serão transferidos pelos baby boomers para novas gerações, dos millenials para a frente. “E essas pessoas, que têm um gosto muito maior pelo investimento sustentável, irão assumir posições de poder nas empresas e fundos. Porquê eu disse, não tem volta.”

O anuário completo Era NEGÓCIOS 360º será publicado em 25 de outubro; a cobertura sobre o evento de premiação e os resultados da pesquisa podem ser acompanhados no site até novembro; e as empresas participantes terão recta a relatórios sob medida a partir de outubro.

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