O diretor-executivo da Yoki, Marcos Kitano colecionava Armas Pesadas em Casa
Empresário tinha até submetralhadora. Viúva, que confessou assassinato, participou de reconstituição

O diretor-executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, assassinado com um tiro na cabeça e esquartejado pela mulher Elize Matsunaga, era um apaixonado colecionador de armas. A polícia encontrou em seu apartamento na Vila Leopoldina, na Zona Oeste, um arsenal com 30 armas, entre pistolas, fuzis e até submetralhadora, e cerca de 10 mil projéteis. De acordo com a polícia, o material foi retirado para segurança da família e será armazenado no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
A pistola de calibre 380 usada por Elize para matar o marido foi encontrada na sala da casa onde ocorreu o crime. Na madrugada desta quinta-feira, Elize, que confessou à polícia ter matado, esquartejado e se desfeito do corpo sozinha, participou da reconstituição no apartamento do casal durante seis horas.
Um boneco foi usado para representar a vítima. E policiais confirmaram a versão da mulher, de que atirou no empresário na sala e, depois, com ele morto, o arrastou até um dos quartos. No momento do crime, segundo a polícia, a filha de 1 ano do casal dormia.
De acordo com policiais que participaram da reconstituição, Elize chegou a se emocionar algumas vezes. Entretanto, demonstrando preocupação sobre o que ia acontecer com sua filha. Em entrevista ao site Uol, o advogado de defesa, Luciano de Freitas Santoro, disse que ela está arrependida. “O arrependimento dela é evidente. Ela disse que, se pudesse voltar atrás, não teria puxado o gatilho. Está muito chorosa e preocupada com a filha”, relatou.
A polícia agora quer encontrar as malas usadas no transporte do corpo do empresário e a faca do crime. E confirmar Elize está falando a verdade quando diz que agiu sozinha.
Diário de São Paulo


Fonte: VITRINE SANTA LUZIA

O diretor-executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, assassinado com um tiro na cabeça e esquartejado pela mulher Elize Matsunaga, era um apaixonado colecionador de armas. A polícia encontrou em seu apartamento na Vila Leopoldina, na Zona Oeste, um arsenal com 30 armas, entre pistolas, fuzis e até submetralhadora, e cerca de 10 mil projéteis. De acordo com a polícia, o material foi retirado para segurança da família e será armazenado no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).
A pistola de calibre 380 usada por Elize para matar o marido foi encontrada na sala da casa onde ocorreu o crime. Na madrugada desta quinta-feira, Elize, que confessou à polícia ter matado, esquartejado e se desfeito do corpo sozinha, participou da reconstituição no apartamento do casal durante seis horas.
Um boneco foi usado para representar a vítima. E policiais confirmaram a versão da mulher, de que atirou no empresário na sala e, depois, com ele morto, o arrastou até um dos quartos. No momento do crime, segundo a polícia, a filha de 1 ano do casal dormia.
De acordo com policiais que participaram da reconstituição, Elize chegou a se emocionar algumas vezes. Entretanto, demonstrando preocupação sobre o que ia acontecer com sua filha. Em entrevista ao site Uol, o advogado de defesa, Luciano de Freitas Santoro, disse que ela está arrependida. “O arrependimento dela é evidente. Ela disse que, se pudesse voltar atrás, não teria puxado o gatilho. Está muito chorosa e preocupada com a filha”, relatou.
A polícia agora quer encontrar as malas usadas no transporte do corpo do empresário e a faca do crime. E confirmar Elize está falando a verdade quando diz que agiu sozinha.
Diário de São Paulo


Fonte: VITRINE SANTA LUZIA
