Nem remédio tarja preta salva Regina da chatice totalidade

regina Nem remédio tarja preta salva Regina da chatice total

Regina, não adianta fazer coraçãozinho com a mão (Foto: Reprodução/Globo)

Muita gente reclamou da histérica e gritalhona Regina, personagem vivida por Camila Pitanga em Babilônia. Sem nenhum siso de contra-senso, a moça brigava com todo mundo, xingava, dava tapa, desacatava a polícia e por aí afora. Chegou a um ponto em que não só os personagens da trama suportavam Regina, mas também os espectadores. A heroína da trama não conseguia oprimir ninguém e, pior, acabava espantando as pessoas, fazendo a audiência já ruim permanecer pior ainda.

Eis que nos últimos dias temos visto uma mudança totalidade no comportamento de Regina. Ela não trabalha na praia, ajudou a montar — e gerencia — um restaurante, vê suas inimigas na rua e não faz barraco, mudou o penteado para um pouco clássico e contido e usa roupas recatadas um pouco. Dá para ver que começou a mudança que a levará à resgate totalidade.

Acontece que mesmo sendo praticamente revirada do avesso, Regina continua uma baita de uma chata de galochas (boa essa frase, né?). Agora, posando de educada e calminha, as cenas com ela tornaram-se insuportavelmente açucaradas, com frases do tipo "ah, é sempre bom quando a gente corre detrás dos sonhos", "gente, nem acredito que eu virei notícia" (referindo-se à inauguração do restaurante).

Muita gente acha que o grande problema de Regina é o roteiro e é verdade. G uma personagem mal construída. Mas não é só isso. A atuação de Camila Pitanga também não ajuda. Desde o início da romance a atriz não conseguiu dar credibilidade ao seu papel. Nem sendo louca destrambelhada e nem agora, que tomou calmante ou qualquer remédio tarja preta.

S Nem remédio tarja preta salva Regina da chatice totalidade em Blog do Odair Braz Jr..

Fonte: Blog do Odair Braz Jr.