Navio australiano não consegue detectar novos sinais de suposta caixa-preta

Reuters

Angus Houston, que coordena as buscas no Índico, disse que a operação de buscas por avião malaio está em momento crítico

Um navio australiano que captou sinais eletrônicos possivelmente emitidos pela caixa-preta do avião malaio desaparecido há um mês não conseguiu detectar outros "bips", e o tempo está se esgotando, disseram autoridades nesta terça-feira (8).


Angus Houston, diretor da agência australiana que coordena as buscas no oceano Índico, disse que a operação está num momento crítico, porque as baterias que alimentam os pulsos eletrônicos teoricamente já chegaram ao fim da sua vida útil, estimada em 30 dias.

Um equipamento norte-americano transportado pela embarcação australiana Ocean Shield detectou no fim de semana dois sinais eletrônicos consistentes com as emissões das caixas-pretas. O primeiro sinal durou mais de duas horas, e o outro, cerca de 13 minutos.

Segundo Houston, essa é a melhor pista sobre a localização do avião, mas as tentativas de determinarem sua origem com maior precisão fracassaram até agora.

"Se não recebermos mais transmissões, temos uma área razoavelmente grande para perseguir no fundo do oceano, e isso demorará muitíssimo. É um trabalho muito lento, extenuante."

Veja o desespero das famílias que aguardam por informações sobre o voo

Parentes de passageiros chineses do voo desaparecido da Malásia choram durante protesto em frente de embaixada do país em Pequim (25/3)

Parentes de passageiros chineses do voo desaparecido da Malásia choram durante protesto em frente de embaixada do país em Pequim (25/3)

Foto: AP

Irmã de passageiro de avião desaparecido da Malásia chora ao assistir programa sobre o voo MH370 em sua casa em Medan, Sumatra do Norte, Indonésia (25/3)

Irmã de passageiro de avião desaparecido da Malásia chora ao assistir programa sobre o voo MH370 em sua casa em Medan, Sumatra do Norte, Indonésia (25/3)

Foto: AP

Chinesa é amparada por seus familiares após pronunciamento do premiê malaio que confirmou a queda do voo da Malaysia Airlines, em Pequim, China

Chinesa é amparada por seus familiares após pronunciamento do premiê malaio que confirmou a queda do voo da Malaysia Airlines, em Pequim, China

Foto: AP

Chinesa entra em desespero ao saber que o avião desaparecido da Malaysia Airlines caiu no oceano Índico, após coletiva de imprensa em Pequim, China

Chinesa entra em desespero ao saber que o avião desaparecido da Malaysia Airlines caiu no oceano Índico, após coletiva de imprensa em Pequim, China

Foto: AP

Parentes das vítimas do voo se desesperam ao saber da queda do avião no Índico, em Pequim, China

Parentes das vítimas do voo se desesperam ao saber da queda do avião no Índico, em Pequim, China

Foto: Reuters

Homem se desespera ao saber que avião desaparecido da Malaysia Airlines caiu no Índico após coletiva de imprensa em Pequim, China

Homem se desespera ao saber que avião desaparecido da Malaysia Airlines caiu no Índico após coletiva de imprensa em Pequim, China

Foto: Reuters

Familiares não se conformam com a queda do avião da Malaysia Airlines. Na foto, parentes após coletiva de imprensa em Pequim, China

Familiares não se conformam com a queda do avião da Malaysia Airlines. Na foto, parentes após coletiva de imprensa em Pequim, China

Foto: Reuters

Parente de passageiro do voo da Malaysia Airlines fica em estado de choque ao saber que avião caiu no Índico após coletiva de imprensa em Pequim, China

Parente de passageiro do voo da Malaysia Airlines fica em estado de choque ao saber que avião caiu no Índico após coletiva de imprensa em Pequim, China

Foto: Reuters

Famílias dos passageiros são amparados após saberem da queda do avião em coletiva de imprensa na China

Famílias dos passageiros são amparados após saberem da queda do avião em coletiva de imprensa na China

Foto: Reuters

Familiares se abraçam após saberem da queda do voo desaparecido da Malaysia Airlines, em Pequim, China

Familiares se abraçam após saberem da queda do voo desaparecido da Malaysia Airlines, em Pequim, China

Foto: Reuters

Mulher chora durante coletiva de imprensa sobre o desaparecimento do voo da Malaysia Airlines durante coletiva de imprensa na China (22/03)

Mulher chora durante coletiva de imprensa sobre o desaparecimento do voo da Malaysia Airlines durante coletiva de imprensa na China (22/03)

Foto: Reuters

Familiar de um dos passageiros a bordo do voo desaparecido da Malaysia Airlines aguarda por novas informações em Pequim, China (22/03)

Familiar de um dos passageiros a bordo do voo desaparecido da Malaysia Airlines aguarda por novas informações em Pequim, China (22/03)

Foto: Reuters

Parentes das vítimas do voo da Malaysia Airlines rezam enquanto aguardam por mais informações, em Pequim, China (22/03)

Parentes das vítimas do voo da Malaysia Airlines rezam enquanto aguardam por mais informações, em Pequim, China (22/03)

Foto: Reuters

Parentes dos passageiros a boardo do voo da Malaysia Airlines assistem à noticiário sobre o avião em Pequim, China (17/03)

Parentes dos passageiros a boardo do voo da Malaysia Airlines assistem à noticiário sobre o avião em Pequim, China (17/03)

Foto: AP

Parentes dos chineses a bordo do avião que havia desaparecido aguardam notícias em Pequim, China (março/2014)

Parentes dos chineses a bordo do avião que havia desaparecido aguardam notícias em Pequim, China (março/2014)

Foto: AP

Familiares dos passageiros a bordo do voo da Malaysia Airlines deixam sala de hotel após reunião com oficiais malaios, em Pequim, China (março/2014)

Familiares dos passageiros a bordo do voo da Malaysia Airlines deixam sala de hotel após reunião com oficiais malaios, em Pequim, China (março/2014)

Foto: AP

Parente de um dos passageiros chineses no voo da Malaysia Airlines chora em frente de jornalistas em Sepang, Malásia (março/2014)

Parente de um dos passageiros chineses no voo da Malaysia Airlines chora em frente de jornalistas em Sepang, Malásia (março/2014)

Foto: AP

O Boeing 777 da Malaysia Airlines desapareceu em 8 de março com 227 passageiros e 12 tripulantes, na rota Kuala Lumpur-Pequim. Seu último contato com os controladores de voo aconteceu cerca de uma hora depois da decolagem. Em seguida, os aparelhos de localização foram desligados, e o avião fez uma brusca alteração de rota.

Dados de satélites sugerem que o voo MH370 caiu cerca de 1.680 quilômetros a noroeste de Perth, na Austrália, perto da área onde os sinais eletrônicos foram captados.

Caso novos sinais permitam uma localização mais precisa, um submarino teleguiado será usado para buscar destroços no fundo do mar. Na terça-feira, 14 aeronaves e 14 embarcações participariam das buscas.

Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo