Mulher encontrada morta dentro de geladeira será sepultada nesta sexta-feira

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Boletim de ocorrência traz detalhes de relacionamento conturbado de vítima com suspeito; segundo parente dele, varão abandonou himeneu para permanecer com atendente

O corpo de Elisângela Vespermann de Souza, de 30 anos, será sepultado, na tarde desta sexta-feira (17), no Cemitério Belo Vale, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. A mulher foi encontrada sem vida dentro de uma geladeira no apartamento em que morava no bairro Planalto, extensão Setentrião da capital. 

A previsão é que o enterro ocorra às 16h. O caso foi desvelado na última quarta-feira (15), quando foi registrado um boletim de ocorrência do delito. No documento consta que militares foram até a mansão em que o ex-namorado de Elisângela morava. Em data anterior, ela tinha prestado queixa contra o varão, que não aceitava o término do relacionamento de quatro meses. 

O suspeito não foi localizado no endereço, mas um parente deu detalhes à polícia do relacionamento conturbado do ex-par. Na versão do familiar, Elisângela teria "concluído com a vida do varão". Ele seria casado e se separou para permanecer com a vítima. 

Ainda na versão do documento, o parente contou que a mulher teria dito que estava prenha para forçar que o amante abandonasse o casório. E que depois quis dar término ao relacionamento. 

O familiar contou que o varão não morava mais no lugar devido a problemas com outras pessoas - indo para lar dos pais. 

Morada dos pais

A residência dos pais do suspeito fica em Sete Lagoas, na região Medial do Estado. Militares fizeram contato com o pai do varão, que ligou para o fruto. Pelo telefone, ele negou a autoria do assassínio de Elisângela e afirmou que retornaria para Belo Horizonte e se apresentaria às autoridades policiais. No entanto, depois conversa com um jurisperito, resolveu postergar a apresentação. Ele ainda não foi localizado. 

O transgressão

Elisângela foi encontrada dentro da geladeira pelo ex-marido, com quem viveu por 12 anos. 

O varão é granjeiro em um sítio em São José da Lapa, na região metropolitana de BH, e foi até o apartamento depois não conseguir contato com a vítima por dias. 

Trabalhos preliminares da perícia apontou sinais de violência, porquê marcas no pescoço da mulher, e indícios de enforcamento. O caso é investigado pela Polícia Social.


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