Moto E (2015) – S smartphone mão na roda #Review

Assim porquê os outros modelos da Motorola da risco Moto, o Moto E recebeu um upgrade e foi lançada a versão 2015 do aparelho. E dessa vez, a empresa parece ter consertado a maioria dos defeitos presentes na smartphone do ano pretérito.
Quer saber se vale a pena comprar o Moto E 2015? Confira a seguir a resenha completa do recentemente lançamento da Motorola:
Câmera
Uma das principais reclamações dos usuários em relação ao primeiro Moto E é sobre a falta de uma câmera frontal. E esse problema foi solucionado no padrão de 2015: o celular conta com uma câmera para selfies de 0.3 MP. Sim, é só isso mesmo, eu não escrevi incorrecto. Mas, mesmo com uma qualidade tão baixa, a câmera até que dá pro gasto. As selfies ficam pouco nítidas, mas as cores são ok e dá até para compartilhar com seus amigos.
A câmera traseira está praticamente igual a antiga versão. Com 5 MP, ela consegue tirar fotos com uma qualidade satisfatória, além de possuir um foco automático até que digno. Mas lembre-se: o software de câmera da Motorola tira a foto logo que você toca na tela.
Como no meu celular eu toco na tela para focar onde eu quero, acabei fazendo isso involuntariamente e tirei dezenas de fotos repetidas sem nem perceber.
Mas nem tudo são flores: o Moto E 2015 veio ao mercado sem flash. Mal aí, pessoal.
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Para controlar recursos da câmera, é necessário exclusivamente escorregar o seu dedo para a direita. No lado esquerdo da tela aparecerá uma rodinha em que o usuário pode modificar configurações de HDR, fabricar fotografias em quadro, juntar geolocalização, entre outros.
Outro recurso interessante relacionado à câmera trata-se da edição de fotos. A Motorola colocou um programa até que muito completo para colocar filtros e editar imagens: você pode modificar fulgor, contraste, iluminação, colocar bordas, mexer na saturação, etc.
Olha aí porquê ficou o sapo Caco na foto original e utilizando dois diferentes filtros:

Display e som
S Moto E 2015 conta com uma tela de 4.5 polegadas com densidade de 245 ppi. As cores são vívidas, e gostei particularmente do contraste e das sombras das imagens. Não é uma tela sensacional, mas para o preço sugerido do aparelho ela é satisfatória, ainda sendo protegida com a tecnologia Corning Gorila Glass 3.
Já a qualidade de som me surpreendeu positivamente. Além de cume, o som sai limpo e com pouquíssimos ruídos. Claro que, dependendo do que você estiver escutando, o som poderá permanecer distorcido, mas a maioria das músicas que eu escutei ficaram com uma boa qualidade. S som fica ainda melhor quando o celular fica com a tela para cima, já que o auto-falante está localizado na secção superior do aparelho (naquilo que parece ser uma barrinha de ferro).
Sistema operacional
Um dos principais diferenciais do Moto 5 2015 no mercado de smartphones é o vestimenta dele possuir o Android Lollipop 5.0 já de fábrica e em uma versão sem praticamente nenhuma modificação por secção da Motorola.
S sistema é extremamente fluído, dando um banho até mesmo em aparelhos com processamento e memória RAM. Mesmo com de dez aplicativos abertos, o aparelho continuava funcionando tranquilamente, e os únicos lags que eu percebi foi ao perfurar um ou outro aplicativos pesados, porquê os de jogos.
Uma das poucas modificações feitas pela Motorola no sistema é o serviço Moto, que funciona porquê um assistente virtual intimista que o Google Now. Uma das funções desse recurso é o Assist, que mantém o smartphone no taciturno e sem clarão de tela durante o horário que você costuma dormir, ou logo aciona respostas automáticas enquanto você está em uma reunião.
S Moto também coloca algumas notificações na tela de bloqueio do celular, o que permite que você veja qual é a notificação sem nem mesmo precisar desbloqueá-lo. Além disso, ele é responsável por um dos macetes legais do Moto E: com o celular na mão, balance o seu punho porquê se estivesse sacudindo o aparelho para frente e para trás. Pronto: a câmera é ativada, sem premência de tocar em zero.
Achei essa sacudida marota somente genial, realmente facilita a vida e vou sentir falta disso no meu celular. Se você virem uma pessoa balançando o celular no metrô de São Paulo e ficando com uma frase de frustração, provavelmente essa cidadã será eu.
TV Digital
Assim porquê vários smartphones na mesma fita de preço, o Moto E possui TV Digital. Para presenciar aos programas, é necessário conectar um cabinho de ou menos dez centímetros na ingressão do fone de ouvido. Esse cabo, por sua vez, serve também porquê extensão para o fone, que permite que o usuário assista à programação sem utilizar os autofalantes.
S engraçado desse cabo é que ele fica parecendo um rabinho. Caso você opte por testemunhar à televisão sem o fone de ouvido, ele fica meio pendurado no aparelho, literalmente. Dá pra sentir uma vergonha usando ele desse jeito em público, por isso sempre tenha um fone de ouvido em mãos porque o negócio fica realmente mal-parecido.
Apesar disso, a TV funciona super muito. S cabo captou muito todos os canais e a transmissão tem boa qualidade. Nota dez!

Desempenho
A melhor maneira de descrever o desempenho do Moto E é que ele é um smartphone mão na roda. Ele não possui nenhum grande destaque, principalmente em questão de desempenho, mas ele dificilmente te deixará na mão, pelo menos em tarefas comuns do dia a dia.
Equipado com um Qualcomm Snapdragon 410 de 1.2 Ghz e 1 GB de RAM, a usabilidade é satisfatório. Sites pesados, porquê os de notícia, demoravam consideravelmente para carregar, e enquanto eu navegava em redes sociais ele dava umas pequenas travadinhas. Mas elas são quase imperceptíveis que só irritariam quem está afeito com smartphones "zero projéctil".
Os jogos que eu testei - Plants vs. Zombie e Subway Surfers - funcionaram muito, mas você percebia que eles estavam um pouquinho lentos que o normal. Mas zero que atrapalhasse a jogabilidade. Consegui matar vários zumbis
Um paisagem que achei bastante positivo no Moto E é que ele praticamente não esquenta. Mesmo na multi-tarefa, com câmera ocasião ou jogando, eu não senti nem um pouco de calorzinho. Ponto para ele!
A bateria também é muito lítico: com uso normal de dia a dia, acessando alguns s, jogando um pouquinho e navegando nas redes sociais eu acabei o dia com 35% de bateria. Nada mal para um celular de ingressão.
Vale a pena?
A não ser que você seja um usuário muito exigente, que esteja habituado com celulares top de risco e com as tecnologias pioneiras do mercado, ou logo com uma câmera potente, o Moto E 2015 dificilmente irá te decepcionar.
Os smartphones que podem enfrentar o novo Moto E, levando em consideração o nível de preço, são o LG P Prime Dual e o Samsung Galaxy S4 Mini, sendo que nascente último foi lançado há quase dois anos, e por isso pode ser considerado um pouco defasado.
S preço médio do aparelho é de R$ 700, e apesar da câmera ser definitivamente um calcanhar de Aquiles, o smartphone possui um desempenho bastante condizente com o seu preço, além de não esquentar, a bateria perseverar muito e chegar ao mercado com o Android Lollipop 5.0 praticamente inviolado.
Mas vale lembrar que o seu irmão velho, o Moto M 2ª geração, pode ser encontrado por um preço similar ao novo Moto E, por menos de R$ 800. Caso você possa juntar um pouco de quantia, o Moto M pode oferecer um dispêndio-favor ainda melhor.
Confira todas as especificações presentes no novo Moto E:


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Fonte: R7 Testou