Ministro da Defesa da Ucrânia assegura que não irá enviar tropas para a Crimeia
Agência Brasil
Igor Teniuj informou que exército realiza manobras de rotina, e podem ocorrer movimentações de algumas unidades em áreas destinadas ao exercício de tiro e manobras da artilharia
O ministro da Defesa ucraniano, Igor Teniuj, assegurou hoje (9) que não pretende enviar tropas para a república autônoma ucraniana da Crimeia, território que está, na prática, sob domínio de forças pró-russas. “Não estava, nem está previsto qualquer movimento ou destacamento das forças armadas [ucranianas] para a Crimeia”, disse, segundo a agência russa Interfax.
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O ministro informou que o exército ucraniano realiza manobras de rotina para verificar a sua capacidade de combate, e podem ocorrer movimentações de algumas unidades em áreas destinadas ao exercício de tiro e manobras da artilharia.

Soldado armado, provavelmente russo, anda perto de uma base militar ucraniana na aldeia de Perevalnoye
Foto: Reuters

Um homem armado, que se acredita ser um soldado russo, anda perto da base naval ucraniana na Crimeia, no porto de Yevpatory (08/03)
Foto: Reuters

Marinheiro observa navio inativo Ochakov, que foi afundado por tropas russas e bloqueou o tráfego de cinco embarcações ucranianas em Myrnyi, oeste da Crimeia, Ucrânia (6/3)
Foto: AP

Criança brinca perto de soldado russo (D) enquanto soldados ucranianos observam do outro lado do portão de base em Perevalne, Crimeia (4/3)
Foto: AP

Soldado pró-Rússia bloqueia base naval na vila de Novoozerne, Crimeia, na Ucrânia (3/3)
Foto: AP

Grupo de homens armados sem emblemas em uniformes cortam luz do Quartel-General das forças navais ucranianas em Sevastopol, Crimeia, Ucrânia (2/3)
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Comboio russo se move de Sevastopol para Sinferopol na Crimeia, Ucrânia (2/3)
Foto: AP

Homem com uniforme sem identificação monta guarda enquanto tropas tomam controle de escritórios da Guarda Costeira em Balaklava, em Sevastopol (Crimeia), na Ucrânia (1/3)
Foto: AP

Soldados em uniformes sem identificação montam guarda em Balaklava, nos arredores de Sevastopol, na ucraniana Península da Crimeia (1/3)
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Emblema em veículo e placas de outros carros indicam que tropas são do Exército russo (1/3)
Foto: AP

Homens armados não identificados e vestidos com uniformes de camuflagem bloqueiam a entrada do prédio do Parlamento da Crimeia em Simferopol, Ucrânia (1/3)
Foto: AP

Homens armados não identificados bloqueiam entrada de Parlamento da Crimeia em Simferopol, Ucrânia (1/3)
Foto: AP

Homem armado não identificado com uniforme de camuflagem bloqueia estrada que leva a aeroporto militar em Sevastopol, na Crimeia
Foto: AP

Soldados em uniformes sem identificação montam guarda durante tomada de controle de escritórios da Guarda Costeira em Balaklava, Crimeia, na Ucrânia (1/3)
Foto: AP

Soldados em uniformes sem identificação montam guarda durante tomada de controle de escritórios da Guarda Costeira em Balaklava, Crimeia, na Ucrânia (1/3)
Foto: AP

Soldados em uniformes sem identificação montam guarda nos arredores de Sevastopol, na ucraniana Crimeia
Foto: AP

Homem com uniforme sem identificação patrula aeroporto de Simferopol, na Ucrânia (28/2)
Foto: AP
Cresceu o número de denúncias sobre a ocupação de instalações militares e de postos fronteiriços da Crimeia por indivíduos armados, mas sem identificação, supostamente membros do exército russo.
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Um grupo de autodefesa da Crimeia colocou minas em uma barragem localizada na zona norte da república autônoma, informou o chefe do centro de investigações políticas e militares da Ucrânia, Dmitri Timchuk.
O ministro denunciou também que as patrulhas de autodefesa pró-russas, que ocuparam a estação ferroviária da capital da Crimeia (Simferopol), estão registrando todos os passageiros procedentes de outras regiões ucranianas.
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Mais de 30 caminhões militares sem matrícula de identificação e um carro de transporte blindado entraram em território ucraniano, a partir da vizinha Rússia, pela fronteira marítima do estreito de Kerch, indicaram os serviços fronteiriços ucranianos.
As autoridades da Crimeia não reconhecem o novo governo de Kiev e defendem o regresso de Viktor Ianukóvitch ao poder. Ele foi destituído em fevereiro e está refugiado na Rússia. Na quinta-feira passada o parlamento autônomo da Crimeia anunciou um referendo sobre uma união da península à Rússia.
Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo