MEC da ‘Pátria Educadora’: 10 meses, 4 ministros e uma gestão sem orçamento
Dez meses e o Ministério da Educação já está no seu quarto ministro. Em todos os casos, a falta de orçamento foi uma metódico na ‘Pátria Educadora’, de Dilma Rousseff. S ano na pasta começou sob o comando de Cid Gomes, que saiu em abril em seguida discutir na Câmara dos Deputados. Em seguida, foi interinamente ocupado pelo secretário executivo Luiz Cláudio Costa.
Para reestabelecer um vínculo com a militância e se aproximar do meio acadêmico, a presidente buscou um nome técnico e nomeou o professor de Filosofia da Universidade de São Paulo Renato Janine Ribeiro.
A gestão de Ribeiro carregou o mesmo sinete das demais, a luta por recursos. Enquanto esteve a frente da pasta, o ministro participou do pregão de dois cortes no orçamento e enfrentou a polêmica com a redução de vagas no Financiamento Estudantil.
Em meio a crise do orçamento, Janine optou por uma postura liberal e descolada do governo. Agora para virar a crise política e acomodar os aliados, a presidente Dilma Rousseff tira Janine e indica nomear até sexta-feira o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para o posto que ocupou entre 2012 e 2014.
Apesar da crise de nomes no comando da pasta, o coordenador universal da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, questiona principalmente a falta de interesse do governo em ‘turbinar’ a pasta.
Para Daniel, o governo tem que tratar a ensino porquê prioridade, dar atenção orçamentária para a ensino. Ele ressalta que no próximo ano o País tem que executar a meta de universalizar o ensino infantil e é um ano de eleições municipais.
“As famílias exigem que essa situação da pré-escola saia do papel. E isso depende do governo federalista, mas o ajuste paralisou as obras do pró-puerícia, de construção de creches. Mais importante que a instabilidade do gestor do MEC é que o governo não tem tido capacidade de colocar a ensino em primeiro lugar."
Ele frisa que não tem porquê implementar o PNE, aumentar as matrículas e mexer na matriz do ensino sem recursos. “Não existe meta opção, o governo federalista deveria preservar o setor e o ajuste tem inviabilizado o projecto.”
Fonte: Brasil Post
Para reestabelecer um vínculo com a militância e se aproximar do meio acadêmico, a presidente buscou um nome técnico e nomeou o professor de Filosofia da Universidade de São Paulo Renato Janine Ribeiro.
A gestão de Ribeiro carregou o mesmo sinete das demais, a luta por recursos. Enquanto esteve a frente da pasta, o ministro participou do pregão de dois cortes no orçamento e enfrentou a polêmica com a redução de vagas no Financiamento Estudantil.
Em meio a crise do orçamento, Janine optou por uma postura liberal e descolada do governo. Agora para virar a crise política e acomodar os aliados, a presidente Dilma Rousseff tira Janine e indica nomear até sexta-feira o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para o posto que ocupou entre 2012 e 2014.
Apesar da crise de nomes no comando da pasta, o coordenador universal da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, questiona principalmente a falta de interesse do governo em ‘turbinar’ a pasta.
“S que eu fico preocupado não é com os nomes. Tem o Plano Nacional de Educação que determina um programa para a espaço. S que importa no nome do ministro é a capacidade de dar conta da política que o PNE determina, mas ele está parado.”
Para Daniel, o governo tem que tratar a ensino porquê prioridade, dar atenção orçamentária para a ensino. Ele ressalta que no próximo ano o País tem que executar a meta de universalizar o ensino infantil e é um ano de eleições municipais.
“As famílias exigem que essa situação da pré-escola saia do papel. E isso depende do governo federalista, mas o ajuste paralisou as obras do pró-puerícia, de construção de creches. Mais importante que a instabilidade do gestor do MEC é que o governo não tem tido capacidade de colocar a ensino em primeiro lugar."
Ele frisa que não tem porquê implementar o PNE, aumentar as matrículas e mexer na matriz do ensino sem recursos. “Não existe meta opção, o governo federalista deveria preservar o setor e o ajuste tem inviabilizado o projecto.”
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Fonte: Brasil Post






