Manifestação contra governador de SP interdita trânsito na avenida Paulista
iG São Paulo
Documentos da empresa Siemens acusariam tucanos de darem aval para formação de cartel no metrô de São PauloUm protesto contra o governador Geraldo Alckmin, por conta das denúncias de formação de cartel no metrô, interdita neste momento a avenida Paulista, no sentido Paraíso, próximo ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), na zona central da capital paulista.
Após denúncias de cartel, manifestantes protestam contra Alckmin em SP
Além de cartel, Metrô e CPTM respondem a mais de 130 inquéritos
A Secretaria de Estado da Segurança Pública informou que a Polícia Militar “respeita o direito à livre manifestação”, mas “agirá com a energia necessária para evitar atos criminosos”. Isso porque a manifestação desta quinta (1) terminou com 18 presos, por acusações como lesão corporal e favorecimento pessoal, de acordo com o advogado dos ativistas.
PT coleta assinaturas para CPI sobre formação de cartel no metrô
Além de pedirem a renúncia de Alckmin, o grupo exibia faixas contra o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB-RJ), por conta do desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 47 anos.
Caso Amarildo
Amarildo foi levado na viatura 6014 até à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, no último dia 14 de julho. Desde então, está desaparecido. Peritos encontraram sangue no porta-malas e no banco de trás do carro. Os primeiros exames confirmaram que o material no banco era de homem, mas não foi possível identificar a origem do que estava no porta-malas.
Imagens gravadas por câmeras de segurança mostraram o pedreiro no carro com a identificação 6014 e depois entrando na sede da UPP. A partir daí, ele não foi mais visto. Os policiais alegam que o liberaram, mas não há nenhum registro de sua saída da unidade.
