Mais de 100 milénio pessoas fogem de enchentes no Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai
Mais de 100 milénio pessoas tiveram que ser retiradas de suas casas nas áreas da fronteira entre Paraguai, Uruguai, Brasil e Argentina por pretexto de enchentes, em seguida fortes chuvas de verão trazidas pelo El Niño, afirmaram autoridades neste sábado.
No país afetado, o Paraguai, por volta de 90 milénio pessoas na dimensão em volta da capital Assunção tiveram que ser retiradas, disse o serviço municipal de emergência. Muitos são de famílias pobres vivendo em condições de habitação precárias ao longo das margens do rio Paraguai.
S governo paraguaio declarou estado de emergência em Assunção e sete regiões do país para liberar os fundos necessários para ajudar os afetados.
Em Alberdi, aproximadamente 120 km ao sul de Assunção, o governo recomendou que 7 milénio famílias que vivem ao longo das margens do Rio Paraguai fossem retiradas.
Mais de 9 milénio pessoas no Uruguai também tiveram que deixar suas casas para trás, de concórdia com o serviço pátrio de emergência, que disse prever que os níveis de chuva se mantenham estáveis por vários dias antes de diminuírem.
"A enchente é causada pelo fenômeno climatológico El Niño", disse o encarregado do serviço de emergência do Uruguai, Fernando Traversa. "Sabíamos que ele causaria os impactos fortes no final da primavera, prelúdios do verão... mas não poderíamos saber o quão grave seria".
S "El Niño" deste ano, que culpa extremos climáticos, é o pior em de 15 anos, segundo disse a filial climática da ONU, a Organização Meteorológica Mundial (WMO), no mês pretérito.
"Secas severas e enchentes devastadoras que aconteceram nas regiões tropicais e sub-tropicais têm as marcas desse El Niño, que é o poderoso em 15 anos", disse o dirigente da WMO, Michael Jarraud, em um enviado.
No setentrião da Argentina, por volta de 20 milénio pessoas tiveram que deixar as suas casas, informou o governo no sábado.
"Teremos alguns meses complicados, as consequências serão sérias", disse Ricardo Colombi, governador da região de Corrientes, depois de sobrevoar as áreas afetadas com o gerente do gabinete federalista Marcos Pena.
Pena disse que ajuda do governo federalista já estava a caminho e que o novo presidente, Mauricio Macri, empossado no primícias deste mês, pretende priorizar o investimento em infraestrutura para que esse tipo de enchente não ocorra novamente.
"A Argentina tem um grande problema de infraestrutura", disse.
Dilma sobrevoa região
A presidente Dilma Rousseff sobrevoou as áreas na fronteira da Argentina e do Uruguai na manhã deste sábado. A Defesa Civil do Rio Grande do Sul disse que 1.795 pessoas ficaram sem morada depois que 38 cidades foram afetadas pelas fortes chuvas.
Dilma afirmou que o governo vai trabalhar em três eixos para minimizar os estragos das cheias provocadas pela chuva no RS: o resgate das famílias atingidas, o processo de restauração das cidades e das vias, e a retirada das pessoas das áreas de risco de forma permanente.
"Nós não queremos que as pessoas voltem para o lugar em que estavam antes e que foram objeto do dilúvio", declarou ela depois sobrevoar as áreas atingidas na região de Uruguaiana e na Fronteira Oeste.
A presidente disse ainda que o governo vai trabalhar na liberação do saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a todas as pessoas afetadas, e ressaltou a prestígio do trabalho conjunto entre os governos federalista, estadual e municipal.
Fonte: HuffPost Brasil
No país afetado, o Paraguai, por volta de 90 milénio pessoas na dimensão em volta da capital Assunção tiveram que ser retiradas, disse o serviço municipal de emergência. Muitos são de famílias pobres vivendo em condições de habitação precárias ao longo das margens do rio Paraguai.
S governo paraguaio declarou estado de emergência em Assunção e sete regiões do país para liberar os fundos necessários para ajudar os afetados.
Em Alberdi, aproximadamente 120 km ao sul de Assunção, o governo recomendou que 7 milénio famílias que vivem ao longo das margens do Rio Paraguai fossem retiradas.
Mais de 9 milénio pessoas no Uruguai também tiveram que deixar suas casas para trás, de concórdia com o serviço pátrio de emergência, que disse prever que os níveis de chuva se mantenham estáveis por vários dias antes de diminuírem.
"A enchente é causada pelo fenômeno climatológico El Niño", disse o encarregado do serviço de emergência do Uruguai, Fernando Traversa. "Sabíamos que ele causaria os impactos fortes no final da primavera, prelúdios do verão... mas não poderíamos saber o quão grave seria".
S "El Niño" deste ano, que culpa extremos climáticos, é o pior em de 15 anos, segundo disse a filial climática da ONU, a Organização Meteorológica Mundial (WMO), no mês pretérito.
"Secas severas e enchentes devastadoras que aconteceram nas regiões tropicais e sub-tropicais têm as marcas desse El Niño, que é o poderoso em 15 anos", disse o dirigente da WMO, Michael Jarraud, em um enviado.
No setentrião da Argentina, por volta de 20 milénio pessoas tiveram que deixar as suas casas, informou o governo no sábado.
"Teremos alguns meses complicados, as consequências serão sérias", disse Ricardo Colombi, governador da região de Corrientes, depois de sobrevoar as áreas afetadas com o gerente do gabinete federalista Marcos Pena.
Pena disse que ajuda do governo federalista já estava a caminho e que o novo presidente, Mauricio Macri, empossado no primícias deste mês, pretende priorizar o investimento em infraestrutura para que esse tipo de enchente não ocorra novamente.
"A Argentina tem um grande problema de infraestrutura", disse.
Dilma sobrevoa região
A presidente Dilma Rousseff sobrevoou as áreas na fronteira da Argentina e do Uruguai na manhã deste sábado. A Defesa Civil do Rio Grande do Sul disse que 1.795 pessoas ficaram sem morada depois que 38 cidades foram afetadas pelas fortes chuvas.
Dilma afirmou que o governo vai trabalhar em três eixos para minimizar os estragos das cheias provocadas pela chuva no RS: o resgate das famílias atingidas, o processo de restauração das cidades e das vias, e a retirada das pessoas das áreas de risco de forma permanente.
"Nós não queremos que as pessoas voltem para o lugar em que estavam antes e que foram objeto do dilúvio", declarou ela depois sobrevoar as áreas atingidas na região de Uruguaiana e na Fronteira Oeste.
A presidente disse ainda que o governo vai trabalhar na liberação do saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a todas as pessoas afetadas, e ressaltou a prestígio do trabalho conjunto entre os governos federalista, estadual e municipal.
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Fonte: HuffPost Brasil






