Mais da metade dos presos no Amazonas aguarda julgamento
Com 254% de superlotação, o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, é um exclusivamente um revérbero do sistema prisional do Amazonas e do Brasil. Lá, onde foram registradas ao menos 56 mortes em uma rebelião que durou 17 horas no dia 1º, havia capacidade para 450 e abrigava 1.147 presos, segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos de 2015.
Em todo Amazonas, segundo dados do Estado, 56% dos presos aguardam julgamento. Ou seja, não foram condenados. A média pátrio é de 40% e a mundial é de 20%. Em reação ao oferecido alarmante o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, reforçou a a urgência de audiências de custódia para reduzir a população carcerária.
Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, das 2.016 audiências de custódia feitas até outubro de 2016 no estado, 44,79% resultaram em liberdade provisória e 55% em prisão preventiva.
As audiências de custódia tiram do sistema carcerário aqueles condenados por crimes sem violência ou grave ameaço.
Entenda o caso:
Em menos de 24 horas foram registradas três rebeliões em Manaus. A do Campaj que deixou pelo menos 56 mortos foi resultado da rivalidade entre duas organizações criminosas que disputam o controle de atividades ilícitas, porquê o tráfico de drogas, na Região Amazônica: o Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Família do Norte (FDN),aliada ao Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro.
Ao HuffPost Brasil, a coordenadora da Pastoral Carcerária do Amazonas, Marluce da Costa Sousa, disse que desde julho do ano pretérito pretérito o governo vinha tentando um pacto de sossego, mas zero foi feito. “Ameniza, mas um dia a pugna estoura. Era um pouco que estava sendo tramado. Desde ontem, as famílias relatam que havia alguma coisa dissemelhante no ar”, disse.
Em todo Amazonas, segundo dados do Estado, 56% dos presos aguardam julgamento. Ou seja, não foram condenados. A média pátrio é de 40% e a mundial é de 20%. Em reação ao oferecido alarmante o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, reforçou a a urgência de audiências de custódia para reduzir a população carcerária.
Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, das 2.016 audiências de custódia feitas até outubro de 2016 no estado, 44,79% resultaram em liberdade provisória e 55% em prisão preventiva.
“Não adianta o país permanecer só construindo presídio. Precisamos deixar recluso quem precisa permanecer recluso e retirar das penitenciárias quem não precisa estar, que pode ter um outro tipo de pena e está recluso”, disse o ministro, segundo a Brasil.
As audiências de custódia tiram do sistema carcerário aqueles condenados por crimes sem violência ou grave ameaço.
“Milhares de mandados de prisão de homicidas, latrocidas, traficantes estão em desobstruído. E há milhares de pessoas presas provisoriamente que praticaram crimes sem violência ou grave ameaço. E já poderiam, se anteriormente existisse audiência de custódia, estarem em liberdade”, completou.
Entenda o caso:
Em menos de 24 horas foram registradas três rebeliões em Manaus. A do Campaj que deixou pelo menos 56 mortos foi resultado da rivalidade entre duas organizações criminosas que disputam o controle de atividades ilícitas, porquê o tráfico de drogas, na Região Amazônica: o Primeiro Comando da Capital (PCC) e a Família do Norte (FDN),aliada ao Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro.
Ao HuffPost Brasil, a coordenadora da Pastoral Carcerária do Amazonas, Marluce da Costa Sousa, disse que desde julho do ano pretérito pretérito o governo vinha tentando um pacto de sossego, mas zero foi feito. “Ameniza, mas um dia a pugna estoura. Era um pouco que estava sendo tramado. Desde ontem, as famílias relatam que havia alguma coisa dissemelhante no ar”, disse.
LEIA TAMBÉM:Fonte: HuffPost Brasil
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