Jornalista da Folha lança livro sobre porquê retrato do dedo ‘acelerou o tempo’

Fotógrafo da Folha desde 1997, Alan Marques diz se sentir em “um mundo rápido e dinâmico devido à retrato do dedo”. Ele aborda o tema no livro “A Máquina de Acelerar o Tempo: Conversas sobre Fotojornalismo Contemporâneo”.

Ao relacionar conceitos do fotojornalismo com a Teoria da Relatividade criada por Albert Einstein, Marques faz uma reflexão sobre “a mensuração própria do tempo que murado cada observador”. A obra é fruto de seu mestrado na Universidade de Brasília.

S livro está dividido em cinco capítulos. Em um deles, o responsável entrevista 20 fotógrafos e mostra 20 fotos para discutir porquê a mudança da retrato analógica para a do dedo impactou o trabalho de fotojornalistas. Alguns dos entrevistados são Juca Varella, Diego Padgurschi e Fabio Pozzebom.

Foi a partir dessas conversas que surgiu a teoria de relacionar o concepção de Einstein ao ofício de fotógrafo. “A Teoria da Relatividade me pareceu um caminho para identificar os índices dessa aceleração”, afirma Marques. “P provável expressar que a máquina do dedo tenha realmente inquieto o relógio interno dos repórteres fotográficos.”

S livro está em pré-venda no da editora Appris. Em julho estará disponível na Livraria Cultura e na Amazon.

S ex-presidente Lula, recém-eleito em 2002, sobe a rampa do Planalto para receber a fita (Foto: Alan Marques)

A MÁQUINA DE ACELERAR S TEMPO: CONVERSAS SOBRE FOTOJORNALISMO CONTEMPORÂNEO
AUTOR: Alan Marques
EDITORA: Appris
QUANTO: R$ 54 (320 págs.)

Fonte: Novo em Folha