Jean Wyllys apresenta projeto para legalizar o monstro no País



Na contramão das propostas da bancada conservadora que ganharam destaque na Câmara dos Deputados nesta legislatura, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou hoje projeto de lei que estabelece a política pública para saúde sexual e regulamenta a interrupção da gravidez indesejada. S PL 882/15 prevê a legalização do monstro até 12 semanas de gravidez no Sistema Único de Saúde (SUS) se a mulher assim o quiser.

"Precisamos tornar essa tarifa uma política pública, independente de ser contra ou em prol da interrupção voluntária da gravidez indesejada", defendeu o parlamentar em sua conta no microblog Twitter.




No texto do projeto, o deputado propõe que o Estado "garantirá o recta à reprodução consciente e responsável, reconhecendo o valor social da maternidade na garantia da vida humana, e promoverá o manobra pleno dos direitos sexuais e reprodutivos de toda a população, entendendo-se que a interrupção voluntária da gravidez não constitui um instrumento de controle de natalidade". S projeto diz que o recta à maternidade é voluntário e reconhece à mulher decisão sobre ter filhos, quando e porquê tê-los.

"S monstro é, hoje, um ponto proibido em quase todos os espaços, e não importa o motivo para a interrupção da gravidez. S matéria é tratado porquê tabu, evitado em quase todas as campanhas eleitorais e a prática é criminalizada segundo o Código Penal", argumentou o deputado no Twitter.