Varão que se passava por policial social registra BO falso e é impedido

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Militares descobriram a farsa ao investigar um boletim de ocorrência referente a roubo registrado pelo suspeito com a senha de um agente que já morreu

A Polícia Militar prendeu, na noite dessa segunda-feira (13), um varão de 35 anos suspeito de se passar por escrivão da Polícia Social e até acessar o sistema interno da instituição com a senha de um agente já morto para registrar ocorrências.

Foi exatamente um boletim mentiroso de roubo, supostamente ocorrido em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, que levou os militares a encontrarem o criminoso. 

Um camarada dele confirmou aos policiais que o varão costuma se apresentar porquê escrivão. Questionada, a esposa do suspeito, por sua vez, negou que ele seja policial e garantiu aos agentes que ele trabalha porquê funcionário de uma prestadora de serviços contratada pelo governo de Minas, na região Meão da capital mineira. 

No endereço indicado pela companheira do suspeito, militares o encontraram durante o vez de serviço. Ao ser levado para prestar esclarecimentos, o varão declarou ter trabalhado porquê facilitar administrativo da Polícia Social ao longo de seis anos – entre 2006 e 2012. 

De concórdia com ele, uma de suas funções era registrar ocorrências e, para isso, eram usadas senhas de agentes para acessar o sistema interno.

No entanto, segundo a Polícia Militar, mesmo depois de ter saído do trabalho na delegacia, o suspeito continuou a usar as senhas. Uma delas, inclusive, é de um policial que se aposentou no ano de 2008 e morreu em 2012. 

Entenda porquê ele foi desvelado

Na noite dessa segunda-feira (13), uma equipe de militares percebeu o surgimento repentino de uma ocorrência de roubo no sistema.

O transgressão teria ocorrido na avenida Brasília, em Santa Luzia. No entanto, não havia quaisquer outros registros referentes a isso – porquê ligações para o 190 para denunciar o assalto, por exemplo – e também não havia sido provável identificar a origem da ocorrência.

Assim, militares decidiram ir até o endereço da morada da suposta vítima de roubo, no bairro Baronesa, também na região metropolitana de BH.

A jovem de 24 anos relatou aos militares que havia sido assaltada e procurou o suspeito – que é camarada de seu tio – para registrar uma ocorrência a reverência do roubo de seu celular e levar o documento à seguradora, porquê forma de prometer o ressarcimento do aparelho.

Procurado, o tio da jovem confirmou ter ajudado sua sobrinha colocando-a em contato com um colega seu, que sempre se identificou porquê escrivão da Polícia Social.

Os dois se conhecem há dois anos e, segundo o tio da pequena, o suposto agente sempre se ofereceu para ajudá-lo com quaisquer favores relacionados à polícia.

Ainda estranhando a história, militares decidiram ir até a lar do suposto escrivão e, no imóvel, em contato com a esposa do varão, descobriram que ele não era sequer agente da instituição, mas sim funcionário de uma prestadora de serviços. Dessa forma, os policiais conseguiram chegar até o suspeito.

Além de tudo, boletim falso

Depois contato com o criminoso, os militares retornaram à mansão da pequena de 24 anos – que teria sido roubada. No entanto, em seguida alguns minutos de conversa, a mulher acabou entrando em incoerência a reverência das circunstâncias do roubo. Por término, descobriram que essa história também era mentirosa.

Inicialmente, ela afirmou que havia sido roubada junto com outras pessoas em um ponto na avenida Brasília. Questionada sobre o porquê de não ter acionado o 190, a mulher voltou detrás e declarou que havia sido vítima de roubo na região Meão de BH.

Novamente, militares a questionaram e, só assim ela confessou que, na verdade, nenhum roubo tinha realizado.

De conciliação com ela, há um mês seu celular molhou enquanto ela lavava roupas e, há uma semana, o aparelho parou totalmente de funcionar.

Assim, para prometer que seria ressarcida pelo seguro contratado, decidiu inventar o roubo. A mulher também acabou autuada por falsa informação de transgressão. 

Quanto o suspeito de se passar por agente, a reportagem entrou em contato com a Polícia Social de Minas Gerais (PCMG) para saber o que aconteceu com ele depois o registro da ocorrência e ainda aguarda retorno.

A empresa terceirizada contratada pelo governo de Minas, da qual o suspeito é funcionário, também foi procurada para se pronunciar a reverência do caso. 


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