Guia de Compras #03: Vale a pena comprar um smartphone seminovo?

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Foto: Flickr/Abd allah Foteih

S ano novo já chegou, mas o Guia de Compras de hoje vai falar de coisa velha. Bem, usando esses termos não parece lá muito sedutor, vou iniciar de novo. Vamos falar de smartphones ~seminovos~. Isso mesmo, vale a pena entrar no ano novo comprando um smartphone velho semi?

#mimimi: G, amigos, do jeito que as coisas andam, você vai finalizar comprando um smartphone seminovo em qualquer momento da sua vida.

Várias plataformas surgiram nos últimos anos com a proposta de comprar o seu smartphone usado e encontrar um lar para ele. Ou, encontrar um seminovo para nossos lares. Recentemente, eu fiz algumas notas sobre porquê usar seu celular idoso para conseguir um desconto no seu smartphone novo. Depois da Black Friday, notei que ainda havia um notório tecido para manga e mandei uma contando que algumas marcas têm programas de "upgrade" e também o lado de quem procura um seminovo usando plataformas de internet.

Explicando esse negócio

Não satisfeito, resolvi conversar com o pessoal da distribuidora Brightstar para entender um pouco esse mercado que não é mesmo novo (com o perdão do trocadilho) e saber quais os prós e contras dessa história. Falei com o presidente da empresa, José Froes e ele me explicou que a Brightstar trabalha coletando esses aparelhos, avaliando se eles estão funcionando perfeitamente, fazendo reparos e recolocando esses modelos no mercado. Nessa última secção, eles tem parceria com várias das principais plataformas de recommerce do Brasil.

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Foto: Flickr/Jon Fingas

Para quem vende, é uma chance de levantar uma grana e para quem compra, sempre existe um desconto considerável. Dá uma olhada no que ele me disse sobre o incremento da compra e venda de seminovos em 2015, mesmo com a tal crise.

— S nosso serviço cresceu muito, na ordem de sete vezes. Por dois fatores: estamos na tempo de formação de cultura, o brasílico não tinha esse prática de usar o aparelho usado porquê forma de pagamento para um novo. E também a crise que acelera esse movimento, o consumidor tem um libido de ter um smartphone, pensa entre comprar um novo ou um usado com desconto, que tem praticamente o mesmo efeito.

S José Froes também me explicou que iPhones e os modelos topo de risca da Samsung são os procurados e que boa secção dos usados que eles recolhem volta ao mercado.

— A maioria é comercializada novamente. Em alguns casos esporádicos, fazemos o descarte ecológico ou a exportação para que sejam reaproveitadas as peças. S foco é na venda. Estimo que, no ano que vem, esse serviço vai ter um incremento de de 2 dígitos.

A experiência com um smartphone seminovo

Aproveitando a tarifa, eles me mandaram um iPhone 5S seminovo da LikeNew, uma dessas plataformas que trabalha em conjunto para revender smartphones. Vou fazer uma mistura de relato sobre minha experiência com o iPhone 5S.

Começando pela caixa: dá uma olhada em porquê chegou o aparelho e nas condições dele nas fotos. Vale lembrar que, apesar de muito protegido, o aparelho não tinha nenhum inferior (carregador, fone de ouvido) que vem na caixa de um aparelho novo.

Bom, sobre a experiência: fiquei com o aparelho muro de uma semana e o que eu percebi é que ele realmente funcionava perfeitamente. Câmera, tela, áudio, tudo funcionava sem nenhum problema. S desempenho do hardware se mantinha bastante razoável, levando em conta que atualizei para o iOS 9 e que o iPhone 5S foi lançado em 2013.

Fiz fotos, gravei vídeos, compartilhei s e joguei um pouco e o aparelho realmente não me deu lá tantos motivos para reclamar. Tirando a bateria que não dura um dia. Não por culpa do aparelho, mas por conta o uso intenso que fazemos hoje.

Bom, com todo um conjunto funcionando, pensei em ver quanto ele valia nas lojas que fazem essa troca seu usado = desconto na compra de um novo. Na iPlace, por conta de alguns mínimos risquinhos - mínimos mesmo - o iPhone 5S de 32 GB pegaria um desconto de R$ 450 na compra de um iPhone novo. Vale lembrar que esse é o aparelho de ingressão da Apple agora e custa, no Brasil, na própria iPlace, R$ 2.240.

Não contente, resolvi andejar um pouco e tentar qualquer desconto em uma loja de operadora. Tive uma avaliação um pouco generosa, mas seria obrigado a gastar, pelo menos, R$ 129 mensais em um projecto pós-pago. Ao fatos: um iPhone 5S de 32 GB me permitiria um iPhone 6 (não o 6s) de 16 GB por R$ 2.100. S preço novo dele é R$ 3.199. Já na troca por um Galaxy S6 Flat de 32 GB, o desconto deixava o smartphone por 1.499. S preço solene é R$ 2.999, mas eu peguei o meu (veja o incidente 1 desse guia) por R$ 1.899.

Se você fosse comprar essa versão de de 32 GB do iPhone 5s pagaria R$ 1.700, na média. (Na Like New, o padrão não está disponível. S de 16 GB custa R$ 1.599 e o de 64 GB custa R$ 1.899).

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Depois de tanto número, a minha pergunta é...

Vale a pena o usado para você?

Comprar um smartphone seminovo pode ser uma boa jogada ou uma bela enrascada. Quem quer um iPhone de qualquer jeito, vai ter que se sujeitar a remunerar um preço de smartphone top de risco de 2015 para ter o iPhone 5S, que é o top de risco de 2013. Lembrando, você está em 2016 agora, colega. Ou seja, em muro de nove meses ele deve ser substituído pelo padrão 6 no quesito "padrão de ingressão". Sem falar nos updates do sistema operacional, que não devem ser feitos.

Garantia - Outro quesito que vale lembrar é que as companhias de venda de seminovos dão garantia de 90 dias na compra do aparelho. Você paga o preço de um smartphone novo (intermediário) e fica guardado só por três meses. Nesse período, de combinação com minhas conversas com pessoas do setor, existe um nível pequeno de reembolso do smartphone por defeito. Mesmo assim, é alguma coisa que você precisa considerar.

Especificações - P importante permanecer sempre ligado em notícias sobre datas de lançamentos de novos modelos para poder pegar promoções e fugir dos problemas. No meu caso, por exemplo, apesar de funcionar muito para o dia a dia, o iPhone 5S mostra uma clara defasagem em relação aos smartphones atuais no quesito câmera, por exemplo. S mesmo acontece com a bateria do aparelho, que é difícil chegar ao término de um dia. Ou seja, vale a pena remunerar uma grana para ter um desempenho que fica detrás? Nesse caso, um iPhone 6 ou até um Galaxy S6 de segunda mão seriam escolhas muito melhores.

Preço - Com descontos de 30 até 60%, dependendo do aparelho e da exigência, você encontra sim algumas opções bastante interessantes no mercado de recommerce. Entretanto, se você permanecer ligado nas promoções e fazer sua prelecção de lar nos shoppings, dá para encontrar aparelhos novos em conta. A Trocafone, por exemplo, vende o Galaxy S6 por R$ 1699 seminovo, enquanto eu peguei o meu novo por R$ 1.899 em uma loja de shopping. Durante a Black Friday, dava até para comprar o S6 novo pelo preço menor. Ou seja, considere muito muito o preço de mercado e não o de tábua antes de pegar um seminovo, ok?!

Revenda - Como ilustrei no caso do iPhone 5S que eu testei, você provavelmente dá valor para a tecnologia do que os lojistas. Por isso, avalie muito a possibilidade de revenda que você vai ter (pesquise em s, mercado livres e também com seus amigos do serviço/família, que tal?) para não se arrepender.

Resumi tudo em um gravura, porque sempre fica fácil, né?

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Feito com s2 e com o Canva

 

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Fonte: R7 Testou