Grupo Pão de Açúcar criará 20 milénio vagas de serviço em 2015, diz CEO

Iabrudi frisou a importância de firmar parcerias  (Foto: Divulgação)

Ronaldo Iabrudi, CEO do Grupo Pão de Açúcar, deixa evidente: não é um pessimista quando se trata do ano que está à frente. Mas faz questão de frisar que também não fica na outra ponta, a dos otimistas. Durante sua participação no 3° Oórum Nacional do Varejo, realizado no Guarujá (SP), o executivo se limitou a expor que está "optimista".

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Neste ano, a empresa por trás de marcas porquê Casas Bahia, Extra, Pão de Açúcar, Ponto Frio e Assaí terebrará quase uma loja por dia. Segundo Iabrudi, a expansão vai gerar murado de 20 milénio novas vagas de trabalho. Hoje, o GPA já é o maior empregador privado do país, com 160 milénio funcionários.

"Às vezes, olhamos para o Brasil e temos a tendência, sobretudo após a década do varejo, de ter uma visão não muito positiva de 2015 e do ano que passou", afirma o executivo. "Apesar de todo esse clima, que existe internamente, quando olhamos para outros países, vemos que há uma oportunidade muito grande cá."

A década sobre a qual o Iabrudi se refere é o período entre os anos de 2003 e 2014, quando o setor varejista aumentou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasiliano de 18,2% para 26,2%. Foi uma época de muito prolongamento: 350 milénio novas lojas, que empregaram 6,5 milhões de pessoas. Para o executivo, a crise de hoje é exclusivamente uma passagem, e se trata muito de um problema político do que econômico.

S sigilo para continuar investindo, no caso do grupo, é atuar em várias frentes. "S vestimenta de termos várias bandeiras, vários formatos e produtos, em diversos seguimentos, dá um equilíprimor", afirmou. "Essa é a formosura do Pão de Açúcar." Em 2014, as vendas brutas da empresa renderam R$ 69,8 milhões.

Integração
S executivo comentou a atuação diversa enfatizando a importância de integrar todas as frentes e firmar parcerias. "É muito simples falar em vários formatos, mas isso só ocorre com parceria e tem de ser integrada", defendeu. Ele exemplificou com a venda de celulares: antes as lojas tinham só o aparelho, hoje já vendem com o serviço das operadoras. "Partimos da premência do cliente", diz. "Isso tudo é feito com muito foco e disciplina."

Fonte: Revista Época Negócios