George Michael foi o ídolo pop perfeito

george George Michael foi o ídolo pop perfeito

George Michael na estação do álbum Faith

Esse silêncio todo em torno de George Michael era muito estranho, principalmente em se tratando de um megastar da música pop. Há anos não se ouvia falar dele e as últimas notícias relevantes eram as que relatavam sua ingressão e saída de clínicas de recuperação e também aquelas sobre problemas de saúde. Agora, com sua morte, aos 53 anos neste dia 25 de dezembro de 2016, a gente fica sabendo que alguma coisa muito falso estava acontecendo. Não se sabe ainda do que ele morreu, talvez não saibamos tão cedo. S indumento é que o mundo perdeu um dos maiores hitmakers das últimas três décadas.

George Michael começou na música com o duo Wham!, onde dividia as atenções com seu parceiro Andrew Ridgeley. Quer manifestar, dividia numas, porque George era disparadamente o grande destaque. S Wham! era uma boy band de dois caras exclusivamente. Nos dois álbuns que lançaram juntos criaram alguns hits planetários porquê "Whake Me Up Before You Go-Go", "Everything She Wants" e, evidente, "Careless Whisper". Aliás, com esta última melodia deixou evidente que ele era muito maior do que sua filarmónica. Embora os dois formassem esse duo, George carregava tudo nas costas e ele era mesmo o grande responsável pelo sucesso todo. Fora o talento para conceber, Michael também era bonito, simpático, sabia dançar e fazia o estilo galã. Era gay, mas nos anos 80 o grande público não sabia disso.

S Wham! claramente ficou pequeno para George, que saiu em curso solo a partir de 1987. Foi nesse ano que lançou o disco Faith, com zero menos que seis hits. S cantor continuou apostando nas músicas dançantes e nas baladas, além de manter pose de galã. P desse álbum canções porquê "Faith", "Father Figure", "I Want Your Sex", "One More Try", "Hand To Mouth" e "Kissing a Fool". Um pouco velho, Michael queria provar que não era exclusivamente um rostinho bonito numa boy band. As influências iam desde a música eletrônica, passando pelo pop, rock e pitadas de Bossa Nova. Com topete, jaqueta de epiderme, caças jeans agarradas, óculos escuros e barba por fazer, Michael atingia em pleno o coração das adolescentes do planeta. Surgiram até notícias de romances com famosas. Novamente, ninguém sabia que ele era gay e ele não fazia questão de revelar naquele momento. Afinal, pra que estragar a fantasia? Ele vendia milhões de discos, lotava estádios, tinha clipes caros e bombados na MTV, quantia entrava a rodo tanto para ele quanto para a Sony, sua gravadora.

Mas aos poucos o artista começou a cansar deste circo todo e, principalmente, de esconder quem realmente era. Brigou com a Sony e não quis promover seu novo álbum, Listen Without Prejudice, lançado em 1990. George se recusou a eclodir nos videoclipes e fez tudo o que pode para quebrar a imagem de galã perfeito que criou ao longo dos anos 80. A música "Freedom! 90" foi mesmo um grito de liberdade, onde ele olhava um pouco sobre sua vida e curso, a questionava essa roda viva de MTV, hits, numerário e nomeada. Com um clipe perfeito, pleno de supermodelos, o cantor conseguiu um hit planetário. Vieram outros sucessos porquê "Heal the Pain", "Waiting for that Day", "Cowboys and Angels".

Também no início dos anos 90 se assumiu gay publicamente. Mudou bastante seu jeito de mourejar com a prelo e com a própria curso. Passou a ser recluso, a fazer menos shows e também a lançar menos trabalhos. Seu último disco, Patience, é de 2005. Lembra pouco o auge do artista, que estão mesmo nos álbuns Faith e Listen Without Prejudice. Não buscava o hit pelo hit e tinha liberdade suficiente para explorar outros lados de sua musicalidade. Seu trabalho final não tinha o mesmo cintilação e nem a inspiração do pretérito, já que ele seguia por outros caminhos. Era exclusivamente dissemelhante e distante do que seus fãs talvez esperassem.

Mas a obra de George Michael é a de um grande artista. Ele foi um daqueles caras que a indústria sonha em encontrar para embalar e colocar nas prateleiras. E ele foi isso mesmo durante um bom tempo, mas queria . E isso tudo fez de George um dos maiores nomes do pop nestas três últimas décadas. Perdemos um dos maiorais em 2016, que já nos levou David Bowie e Prince. G mesmo o ano que não quer finalizar.

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S George Michael foi o ídolo pop perfeito em Blog do Odair Braz Jr..

Fonte: Blog do Odair Braz Jr.