Ex-representante vai a júri popular em novembro pela morte da namorada

Ex-policial e a jovem tiveram um relacionamento de dois anos Reprodução

S ex-procurador Geraldo Toledo, suspeito de matar a namorada, uma jovem de 17 anos, com um tiro na cabeça, vai a júri popular no dia 10 de novembro em Ouro Preto, na região medial de Gerais. S delito foi cometido em abril de 2013.

De concórdia com o TJMG (Tribunal de Justiça de Gerais), o julgamento está marcado para as 12h, no Tribunal do Júri da cidade. A sessão será presidida pela juíza Lúcia de Fátima Magalhães.

Toledo foi expulso da corporação em outubro de 2013. Atualmente, ele aguarda o julgamento recluso na Penitenciária Professor Jason Soares Albergaria, em São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte.

S delito

S ex-mandatário teria atirado na jovem durante uma bulha na estrada que liga Ouro Preto a Lavras Novas. Amanda Linhares foi baleada na cabeça e ficou internada por quase dois meses no Hospital Pronto-Socorro João 23, na capital mineira. Ela morreu na noite do dia 4 de junho, depois suportar uma paragem cardiorrespiratória. S corpo foi enterrado no cemitério Nossa Senhora da Conceição, em Conselheiro Lafaiete.

Antecedentes

Toledo ingressou porquê procurador na PC em julho de 2002. Ele também já responde a um Processo Administrativo na Corregedoria por suspeita de irregularidade no licenciamento de veículos, quando era titular da Delegacia de Trânsito em Betim. De tratado com a legislação, uma das penas previstas é a destituição do mandatário.

Uma outra ocorrência, também de suspeita de irregularidade em licenciamento de veículo, resultou na prisão de Toledo, pela própria Polícia Civil, quando ele era procurador de Trânsito em São Joaquim de Bicas, em 2011. Esse caso caminha para preâmbulo de um segundo processo administrativo na corregedoria.

Em 19 de março de 2014, Geraldo Toledo foi indiciado pela Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente por agressão. S interrogatório já está na 13ª Vara Criminal. Essa ocorrência também pode culminar em outro procedimento na Corregedoria-Geral.

Fonte: R7 - Gerais