Escritório crédulo é melhor do que escritório tradicional? – Era NEGÓCIOS

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escritório - trabalho - colegas de trabalho - colaboração - open office (Foto: Pexels)

Aclamado nos últimos anos porquê a reinvenção do escritório e do modo de trabalhar, o espaço franco está agora sendo questionado. Finalmente, o que é mais lítico: trabalhar num envolvente moderno — daqueles abertos, sem divisórias entre funcionários, e se provável com mesa de pingue-pongue e cerveja liberada — ou num envolvente mais simples, mas sombrio? Segundo pesquisa feita com 4 milénio trabalhadores (e mais de 400 que trabalham em espaços abertos) nos Estados Unidos, a segunda opção é a melhor.

Não é só que as pessoas se importam menos com as regalias ou com o estilo desobstruído e moderno do espaço físico. Algumas, de vestimenta, entendem que esse concepção mais desobstruído interfere no trabalho de uma forma negativa, de conciliação com o estudo. Por exemplo: 31% dos entrevistados evitaram expor seus pensamentos e opiniões reais em teleconferências no escritório por temor de serem ouvidos e depois julgados pelos colegas de trabalho.

Em nome de um envolvente de trabalho mais reservado, 13% disseram terebrar mão do bônus de término de ano; 13% abririam mão de cinco dias de férias; 17% renunciariam a uma janela ou luz originário; e 27% não ligariam em perder a máquina de moca do escritório.

Outra revelação da pesquisa: um em cada quatro trabalhadores abririam mão da sarau de término de ano da firma em nome de um envolvente de trabalho mais privado.

O estudo foi noticiado pela Fast Company, que alerta para o trajo de que quem encomendou a pesquisa foi a empresa Room, que vende pequenos espaços modulares para escritórios. A companhia tem, “obviamente, uma razão poderoso para jogar uma luz negativa sobre os escritórios abertos”, diz a publicação. Mas os resultados são interessantes, de qualquer forma, já que dão uma teoria de porquê é a vida nos escritórios americanos hoje, afirma a Fast Company.


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