Em Minas, recordista de casos, racha matou jovem de 20 anos

Há quatro anos, uma família de convive com a consequência da irresponsabilidade ao volante. Foi por justificação de um racha que o par Ana Cristina Franco Pimentel e Júlio César Fraiha perdeu o fruto Fábio Pimentel Fraiha, à estação com 20 anos. S jovem morreu em um acidente em Belo Horizonte na madrugada de um domingo, em setembro de 2012. S Estado é o recordista no País em multas pelo uso de carros para disputa de corridas e também para o que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) labareda de exibição de manobra perigosa.

 

Fraiha tentava entrar na Avenida Nossa Senhora do Carmo, na zona sul da capital mineira, que liga a cidade à BR-040, sentido Rio, quando foi atingido por um Land Rover levado por Michael Donizete Lourenço, logo com 22 anos. Fraiha dirigia um Ford Focus. Um vídeo feito à era por câmera da BHTrans – a companhia de trânsito da capital – mostrou que outro veículo, não identificado, estava logo detrás do Land Rover, ambos em subida velocidade.

 

S caso ainda está sob investigação da Polícia Civil. As apurações devem indicar, por exemplo, se qualquer dos veículos avançou o sinal de trânsito. Os policiais tentam ainda identificar o segundo carruagem. Três dias depois do acidente, a família de Lourenço pagou fiança de R$ 43 milénio para que o fruto fosse solto.

 

No Departamento de Trânsito de Gerais (Detran), a delegada responsável pela Delegacia Especializada em Acidentes de Veículos, Carla Vidal, não fala sobre as investigações porque, conforme a assessoria de informação do departamento, elas estão sob sigilo.

 

Histórico

 

Minas Gerais tem um longo histórico na disputa de rachas. Na dez de 70, era famosa a realização de disputas com veículos e seus motores "envenenados" na Avenida Catalão, próximo do Mineirão, na zona setentrião da cidade.

 

Nos anos 90, os rachas foram transferidos para uma avenida que faz limite entre os municípios de Belo Horizonte e Nova Lima, que acabou conhecida até hoje porquê "seis pistas". As disputas só terminaram quando a região passou a recontar com número maior de estabelecimentos comerciais. As informações são do jornal S Estado de S. Paulo.

Fonte: R7 - Gerais