‘Don’t cry for me Jardim Europa’, destaca Washinton Post sobre Bia Doria
As declarações polêmicas da futura primeira-mulher de São Paulo Bia Doria foram parar no jornal americano Washington Post. Reportagem publicada nesta terça-feira (11) diz que Bia se tornou uma troça depois ter se comparado à Eva Perón e expor que pobres precisam de um amplexo.
S Washington Post ressalta que a entrevista foi amplamente ridicularizada, com muitos comentários que expunham a enorme diferença entre a classe privilegiada brasileira e o resto da população sofrida do País.
A publicação destaca ainda que, na campanha, Doria foi ridicularizado por usar cashmere atado nos ombros, um look associado aos “mauricinhos”, e fazer esgar ao consumir pastel e tomar pingado.
Segundo o jornal, os brasileiros reagiram com choque. “Don’t cry for me Jardim Europa”, destaca o jornal, sobre um tweet, em referência a música Don’t cr for me Argentina, de Evita.
"Eu me dou muito muito com pessoas humildes. Às vezes é só um aperto de mão, às vezes elas querem um amplexo. G tão pouco o que elas querem”, disse a artista plástica à Folha de S.Paulo.
S Washington Post ressalta que a entrevista foi amplamente ridicularizada, com muitos comentários que expunham a enorme diferença entre a classe privilegiada brasileira e o resto da população sofrida do País.
A publicação destaca ainda que, na campanha, Doria foi ridicularizado por usar cashmere atado nos ombros, um look associado aos “mauricinhos”, e fazer esgar ao consumir pastel e tomar pingado.
Segundo o jornal, os brasileiros reagiram com choque. “Don’t cry for me Jardim Europa”, destaca o jornal, sobre um tweet, em referência a música Don’t cr for me Argentina, de Evita.
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