Dilma, a pujança e o vento: ela não aprende zero nem esquece zero!
No dia em que se anuncia um reajuste médio na robustez de 23,4% — 60% em um ano —, a presidente Dilma afirmou, durante a inauguração do Parque Eólico de Geribatu, que o aumento da tarifa é necessário, mas passageiro. E — ela nem aprende zero nem esquece zero — aproveitou para guerrear o… governo FHC.
Afirmou:
“Quando a chuva falta no Brasil, e todo mundo tem que saber disso, aumenta o preço da pujança sim, porque você passa a remunerar por aquilo que não pagava, que é a chuva e o vento. Qualquer outra forma de vigor tem que remunerar. Ela funciona porquê uma espécie de suplente, que você só vai usar quando precisar. Nós estamos precisando. Então, eu quero explicar a vocês que os aumentos de preços da pujança são passageiros. Eles estão em função do indumento de que o país enfrenta a maior falta de chuva dos últimos centena anos. Isso não significa que nós vamos ter qualquer problema sério ou sério na espaço de vigor elétrica. Não iremos ter porque temos todo um sistema de segurança. Mas isso também não significa que vamos transpor por aí jogando robustez pela janela e não consumindo de forma racional”.
Ah, bom! Ao menos a governanta assumiu que pode possuir alguns probleminhas, né? Fez menção ao racionamento de 2001, afirmando que, naquele caso, faltavam redes de transmissão. P verdade. Hoje, falta é virilidade mesmo. Dilma prefere ignorar que, quando veio o apagão de 2001, o país vinha de um prolongamento de 4,2% em 2000. Mesmo com o apagão, cresceu 1,4% em 2001 e 2,7% em 2002, ano em que o PSDB perdeu a eleição. Se a economia brasileira estivesse crescendo 1,4% hoje, a força já teria ido para o pau.
Dilma afirmou ainda que o país enfrenta a pior seca em 100 anos. Na campanha eleitoral de há quatro meses, ela afirmou que o PSDB atribuir a crise hídrica em São Paulo à falta de chuva era conversa tenro. Segundo a soberana, o que falta a seus adversários era planejamento.
De resto, não vamos nos olvidar não de sua aparição na TV no dia 6 de setembro de 2012 (vídeo aquém), quando disse coisas porquê esta:
No dia 6 de setembro de 2012, em pronunciamento (vídeo aquém, com a íntegra), disse a governanta:
“Na próxima terça-feira (…) vou ter o prazer de anunciar a poderoso redução de que se tem notícia, neste país, nas tarifas de virilidade elétrica dasindústrias e dos consumidores domésticos. A medida vai entrar em vigor no início de 2013. A partir daí todos os consumidores terão sua tarifa de robustez elétrica reduzida, ou seja, sua conta de luz vai permanecer barata. Os consumidores residenciais terão uma redução média de 16,2%. A redução para o setor produtivo vai chegar a 28%, porque neste setor os custos de distribuição são menores, já que opera na subida tensão. Esta queda no dispêndio da força elétrica tornará o setor produtivo ainda competitivo. Os ganhos, sem incerteza, serão usados tanto para redução de preços para o consumidor brasiliano porquê para os produtos de exportação, o que vai terebrar mercados, dentro e fora do país. A redução da tarifa de pujança elétrica vai ajudar também, de forma peculiar, as indústrias que estejam em dificuldades, evitando as demissões de empregados.”
Encerro
Faz somente dois anos e meio. Isso é que é um governo que sabe planejar! A propósito: a soberana anunciava ali o início de uma novidade período de desenvolvimento. Não deixa de ser. A novidade período VEJA.com
