David Bowie foi gênio até na hora de morrer

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Ele viveu porquê gênio, foi venerado porquê gênio e, do que ninguém, soube morrer porquê gênio. Bowie sai de cena de uma maneira simplesmente magnífica, deixando um álbum — Black Star — lançado no mesmo dia de seu natalício: 8 de janeiro. Sim, foi na semana passada. Junto com o álbum, o cantor soltou também o clipe da cantiga Lazarus, onde o vemos em cima de uma leito. A letra diz: "olhe cá em cima, estou no firmamento".

Bowie sabia que estava em quesito terminal e fez deste seu último trabalho uma despedida da Terra e também um adeus a seus milhões de fãs. Uma saída de rabi para um varão que é influência para qualquer grande artista que veio depois.

E ele foi assim durante toda sua curso. Bowie foi além dos limites da música, da arte, da cultura pop, da tendência e mostrou caminhos a serem seguidos. Quando você pensava em alguma coisa novidade, moderna, dissemelhante, lá estava Bowie antes de todo mundo. Ele pode não ter sido o inventor de todas as tendências e estilos pelos quais passou, mas soube aspirar tudo e entregar de uma forma inovadora e única.

Com tudo isso junto, Bowie é um artista arrebatador para quem gosta de rock/pop. Acompanhá-lo era ou menos porquê vivenciar as transformações pelas quais a cultura pop passava. Enfim, era alguém realmente fundamental e que trouxe muita inspiração para muita gente. E isso só na música. No cinema ele também tem trabalhos sensacionais e fico exclusivamente com Fome de Viver, clássico totalidade de 1983.

Como homenagem, deixo cá uma das minhas canções favoritas de David Bowie:

S David Bowie foi gênio até na hora de morrer em Blog do Odair Braz Jr..

Fonte: Blog do Odair Braz Jr.