Crise! Cerco à Máfia das Merendas desestabiliza governo Alckmin

A autorização da Justiça de quebrar os sigilos bancário e fiscal do sigilo bancário e fiscal do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Fernando Capez (PSDB), e de dois ex-assessores do governo Alckmin colocou o Palácio dos Bandeirantes no meio das investigações do esquema de depravação chamado de Máfia das Merendas.

Os assessores do governo tucano, Luiz Roberto dos Santos, o 'Moita', ex-Casa Civil, e Fernando Padula, ex-Secretaria da Educação, citados na Operação Alba Branca, que investiga a máfia das merendas pressionou o governador Geraldo Alckmin a se pronunciar. S tucano fez uma poderoso resguardo das investigações.

"Quem tiver qualquer atitude errada, punição réplica, independente do partido político. Quem não tiver nenhum problema, sua indulto. Acho que é isso que a sociedade quer, que haja justiça”, disse em coletiva de prelo, exibida pelo Jornal Nacional.


No totalidade, a quebra de sigilo atinge 12 investigados. S esquema atinge de 150 municípios e também mirava na em contratos da Secretaria de Educação do estado.

A Operação Alba Branca desmontou um esquema de devassidão e superfaturamento na venda de produtos agrícolas para merenda de escolas de prefeituras e Estado.

S presidente da Alesp - até logo considerado um nome para substituir Alckmin no Palácio dos Bandeirantes em 2018 - nega veementemente as acusações e disse que “vagabundos não vão jogá-lo na limo”.

Entenda o caso

Investigados ligados à cooperativa citaram o presidente da Assembleia porquê destinatário de percentagem sobre valores de contratos com administrações municipais e com o Estado.

S grampo da força-tarefa da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual pegou contatos frequentes do lobista da organização com Luiz Roberto dos Santos, o 'Moita', que era braço recta do encarregado da Casa Civil de Geraldo Alckmin, Edson Aparecido - um dia antes de Alba Branca transpor às ruas, 'Moita' foi retirado.

A interceptação telefônica pegou 'Moita', quadro do PSDB, operando com a quadrilha da merenda de sua sala no Palácio dos Bandeirantes. S grampo o flagrou orientando o lobista a pedir reequilíbrio financeiro de um contrato com a Educação estadual. 'Moita' teria sido orientado pelo logo encarregado de gabinete da Pasta, Fernando Padula, também muito ligado ao PSDB.

A investigação mostra que Padula era chamado de "nosso varão" na Educação por integrantes da quadrilha da merenda.

S deputado Capez nega taxativamente relação com a quadrilha da merenda e afirma que não recebeu propinas do esquema. Ele próprio antecipou-se e abriu para o desembargador Sérgio Rui, na sexta-feira, 12, seus dados bancários e fiscais. S tucano afirma que não conhece o lobista Marcel Ferreira Júlio nem os ex-dirigentes da cooperativa Coaf. S legisperito de Capez, criminalista Alberto Zacharias Toron, diz que não há zero que aponte relação do presidente da Assembleia com o grupo investigado.

Fernando Padula negou, logo que seu nome foi citado, qualquer envolvimento com a Coaf.

Em prova à Corregedoria-Geral da Administração, 'Moita' - ex-dirigente de gabinete da Casa Civil do governo Alckmin - admitiu ter orientado o lobista a pedir reequilíbrio financeiro de um contrato da Educação com a cooperativa das fraudes. Ele disse ter tratado do tema com Fernando Padula, logo dirigente de gabinete da Secretaria.

(Com Estadão Conteúdo)

LEIA TAMBÉM:

- ESTUDO: Dados mostram que, para brasileiros, 'corruptos são os outros'
- Máfia das Merenda: Delator cita secretário de Transportes de Alckmin


SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS:




Fonte: HuffPost Brasil