Comerciante é falsamente assinalado porquê tarado em farra no WhatsApp
Um negociante que alega ter sido vítima de uma folgança de mau palato está com pânico de transpor de morada em Varginha, no sul de . Ele teria sido falsamente indiciado de ser tarado por um publicado e teve uma foto divulgada no aplicativo de mensagens WhatsApp. Após isso, o boato teria se espalhado pelas redes sociais.
Segundo José Renato de Oliveira, o publicado teria publicado a foto dele em um grupo de mensagens com o seguinte texto: "Esse varão está sendo procurado por desmandar de mulheres indefesas pelas ruas. Ele dá carona e abusa delas, fiquem de olho e se verem ele por aí corram ou acionem as autoridades. Urgente".
Oliveira comprou um smartphone há duas semanas e mal sabia mexer no aparelho quando amigos e conhecidos começaram a adicioná-lo em um aplicativo de troca de mensagens. Foi logo que o negociante teve entrada à publicação falsa e ficou revoltado.
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— Isso me chateou demais da conta. Eu coloco minha cabeça no travesseiro e não consigo olvidar aquilo.
Ainda segundo ele, a foto foi publicada em um grupo contendo 70 participantes e, sem saber se a informação era verdadeira, os usuários passaram a propalar a imagem de Oliveira para outras pessoas e, rapidamente, o boato se espalhou pela cidade e até fora de mansão.
— Eu tenho pânico de, uma hora ou outra, uma pessoa chegar e me espancar ou me levar recluso sem eu saber e sem entender zero.
Já a mulher do mercador Alessandra de Oliveira também não gostou zero da pândega de mau paladar. Ela disse que viu a mensagem
— Fui eu quem vi primeiro a mensagem porque eu estava com o celular dele. Só que, porquê ele estava dormindo, eu decidi esperar até o outro dia para a gente conversar sobre o que estava acontecendo. Eu levei muito susto porque ele nunca deu liberdade para ninguém para fazer uma gaudério dessa.
Oliveira procurou a PM (Polícia Militar) para registrar um Boletim de Ocorrência e também contratou advogados para auxiliá-lo. Ele disse ainda que vai processar o responsável pelo boato.
— Quem fez essa folguedo tem que remunerar. De um jeito ou de outro, ela tem que remunerar.
Fonte: R7 - Gerais