Clique cá se você é o Fábio Porchat

Xará, o que você lê cá é uma resposta ao texto (link cá) publicado em sua pilar no Estadão nesse domingo (31).
Eu sou fã do seu trabalho e também do grupo Porta dos Fundos. Fico muito feliz a cada novidade enunciação ou mostra do João Vicente em direção ao vegetarianismo e agora vibrei do lado de cá ao ler suas palavras sobre leste matéria. Eu já estive no mesmo ponto da vida em que você está hoje em relação a consumir ou não animais. A diferença básica é que, se você se tornar vegano, vai influenciar milhões de pessoas e, consequentemente, ajudar muito animais do que eu tenho feito nos últimos anos. E é isso que me deixa entusiasmado.
Passei boa secção da puerícia em um sítio no interno de São Paulo com muitas espécies de animais. Como toda garoto, os via porquê amigos, eram porquê animais de estimação. Mas minha mãe sempre matava galinhas e eu via aquilo porquê um “mal necessário”. S que me deixava um pouco em incerteza é que os cachorros do sítio ela não matava, logo não parecia tão necessário assim.
Já adulto, aos vinte e poucos, comecei a me questionar sobre a suposta premência de consumir mesocarpo e derivados que os comerciais da TV me jogavam na face. Comecei a pesquisar no logo recém-lançado Youtube sobre abate de animais. Pouco depois descobri, por meio do finado Orkut, que consumir animais não é necessário. Alguém publicou isso por lá e eu comecei a encontrar a mesma epílogo em s oficiais, depoimentos de nutricionistas e documentários.
A partir do momento em que eu descobri que não é preciso consumir animais para viver muito, o “mal necessário” tornou-se exclusivamente um “mal” do qual eu não queria fazer secção.
Fábio, em 2007 me tornei ovolactovegetariano e em 2008 me tornei vegano. Mas não pense que foi porque eu não gostava de mesocarpo, queijo e outros produtos de origem bicho. Eu gostava de todo tipo de mesocarpo (meus pais são nordestinos, imagine), queijo, ovos e o que a indústria pecuária poderia me oferecer. Mas eu decidi parar com estes produtos e saber substitutos porque me senti incomodado, exatamente porquê você se sente agora.
No final de 2007 eu já me preparava psicologicamente para nunca consumir pizza, estrogonofe, coxinha, macarronada, feijoada e essas coisas. Embora meu paladar clamasse por esses sabores, minha consciência era pesada demais e, com seu peso, fechava minha boca.
Felizmente, descobri que existem versões veganas (sem zero de origem bicho) para esses e todos os outros pratos que todos nós gostamos. Umas versões eu adorei, outras eu achei ou menos. Mas o indumentária é que hoje eu porquê uma variedade muito maior de vitualhas e minha consciência é ligeiro. Xará, você ainda não tem a exata noção de porquê é bom colocar a cabeça no travesseiro sabendo que suas refeições não demandam a tortura e a morte de animais. Você vai gostar dessa sensação, eu garanto isso.
Fábio, no início eu fiz de tudo para manter o que eu gostava de consumir do jeito que estava. Também pesquisei sobre frangos orgânicos, por exemplo, mas logo descobri que não tem mágica. Assim porquê os outros frangos, são mortos com um galanteio profundo na gasganete e terminam se debatendo até findar de sangrar. Não me pareceu justo.
Também procurei saber sobre peixes porque ouvi expressar que eles não sentiam dor. Ledo ilusão. Não foi preciso ir muito longe para entender que eles têm sistema nervoso multíplice e que sim, sentem dor. Quando não têm seus órgãos estourados pela diferença abrupta de pressão ao serem capturados pelas enormes redes, peixes marinhos são mortos por asfixia, imagine só a agonia.
Sobre seu questionamento a reverência de vegetarianos que não comem mesocarpo por pena dos animais, mas que comem tamanho com leite e ovos, só tenho a aplaudir seu raciocínio. Lamento ter demorado murado de um ano para levantar essa questão em minha vida em seguida ter determinado me tornar vegetariano. Faz todo sentido a sua incerteza porque a produção de laticínios e ovos é mesmo cruel para os animais do que a da mesocarpo. Pintinhos machos simplesmente não têm valor mercantil na indústria dos ovos e são mortos logo que nascem.
Na indústria do leite, os bebês machos também não têm valor mercantil. Se não são mortos de faceta, são criados por poucas semanas com uma dieta pobre em ferro e abatidos ainda filhotes. Esses cadáveres passam a se invocar “mesocarpo de vitela” e são vendido em restaurantes caros porquê mesocarpo branca e macia. G macia porque é de um filhote e é branca porque é anêmica. S bicho não criou músculos porque foi criado em um pequeno espaço de madeira sem andejar e não recebeu ferro na dieta para a mesocarpo permanecer branca, doente.
Respondendo ao seu questionamento final, meu camarada, nesse caso é sim 8 ou 80. Mas a boa notícia é que você não vai precisar permanecer sem consumir o que gosta. Além de todas as versões de pratos que eu comentei, há também no Brasil queijos vegetais, iogurtes e muito . Algumas coisas, adianto, você vai gostar que outras. Mas de todas as coisas que você vai saber com certeza a que vai gostar é a cosciência ligeiro. E há pizzas, requeijões e feijoadas que surpreendem positivamente até quem come esses pratos em versões convencionais. Prepare-se para um mundo novo.
Siga em frente porque esse incômodo só passa quando você dá o passo que sabe que é notório.
Se precisar de qualquer coisa, meu Twitter é @fabiochaves. Ficarei muito feliz em tirar dúvidas, indicar restaurantes e o que você precisar. Entre os muitos s que fiz sobre esse tema, destaco o www.sejavegano.com.br, onde coloquei algumas dicas de documentários e os primeiros passos para quem deseja se tornar vegano.
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Fonte: Blog Fabio Chaves