clientes comentam decisão de ir às compras

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Artem Beliaikin Artem Beliaikin

Com todas as regiões de São Paulo na filete amarela do projecto de flexibilização, o negócio tem se comprometido a seguir as normas de higiene e distânciamento social. Essa reabertura divide os especialistas, já que um outro fator pode aumentar a situação: há consumidores que estão em isolamento há meses e querem aproveitar a reabertura para ir às compras, o que pode provocar aglomerações.

A reabertura do negócio fez com que a manicure Fabiana Murari, 45 anos, se questionasse se daria ininterrupção ao totalidade isolamento. "Fiquei muito tempo em moradia, nem atendi minhas clientes. Senti falta de ter uma vida normal. Depois a reabertura de restaurantes que conhecia e que se prontificaram em seguir as normas de higiene, visitei pelo menos um deles para ver um envolvente dissemelhante e sentir outros sabores que não os da minha própria comida", conta.

Não foi dissemelhante com a doméstica Rita de Cássia, 51 anos. "Praticamente não pude fazer o isolamento social, continuei trabalhando em algumas casas. Depois meses sem frequentar lugar qualquer, não resisti em fustigar perna quando alguns lugares anunciaram reabertura", comenta. 

Do outro lado, o mercante tem se procupado em atrair o consumidor, que ficou em totalidade isolamento nos últimos meses. É o caso da Rosana Leme, 47 anos, dona de um box de roupas no meio de Guarulhos (SP). Ela tem organizado promoções para seus clientes. "Parece que os moradores da cidade transformaram o calçadão [centro comercial] em ponto turístico depois a reabertura", diz ela, que tem aproveitado o movimento do principal ponto da cidade.

 


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