Cinema em São Paulo presta homenagem a Ettore Scola com exibição peculiar de seu último filme

Cena do filme "Que Estranho Chamar-se Federico": fluxo de homenagens ao cinema italiano (Foto: Divulgação)

Cena do filme “Que Estranho Chamar-se Federico”: fluxo de homenagens ao cinema italiano
(Foto: Divulgação)

Ettore Scola deixa saudades. A morte do cineasta na última semana deixou um sentimento de orfandade em muitos cinéfilos que se viram cativados pelo neo-realismo italiano. Certamente um dos grandes autores que o cinema já conheceu, quis o fado que o último filme do cineasta fosse uma epístola carinhosa a outro grande rabi italiano, Federico Fellini. P a vez de Scola ser homenageado e o cinema Reserva Cultural, localizado na imponente Avenida Paulista, em parceria com a distribuidora Imovision, vão exibir ao longo desta semana o filme “Que Estranho Chamar-se Federico”, sempre às 21h20.

A obra-prima do cineasta, que agora cresce em tamanho por ter sido selada porquê sua última, retrata vida e obra de Federico Fellini, seu colega, colega jornalista e ícone do cinema italiano do pós-guerra. Com imagens de registo e uma retrospectiva desde a estreia de Fellini em 1939, porquê jovem designer, até seu quinto Oscar em 1993, o filme é feito de fragmentos, impressões e momentos reconstruídos através da imagem.

Fonte: Cineclube por Reinaldo Glioche – iG Cultura