Cinco coisas que aprendi vendo o novo O Grito sozinho em uma sala escura – 13/02/2020

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Testemunhar ao novo O Grito, que estreia hoje nos cinemas, sozinho em uma sala escura aconteceu por casualidade. As fortes chuvas que caíram em São Paulo nesta semana combinada à desatenção do repórter, que confundiu o horário da segunda sessão prevista para a prelo, proporcionou essa experiência inusitada e exclusiva, na sede da distribuidora do filme, a Sony, que gentilmente o projetou ontem pela segunda vez no dia.

Antes de tudo, preciso revelar: por ser cético de tudo, nunca tive pavor de sobrenatural durante minha vida adulta e sempre quis passar —ou ao menos ver, pode ser de longe— um fenômeno sobrenatural real —também quero ver ETs—, e aí reside a maior secção do meu interesse pelo gênero do terror. Não foi exatamente o que aconteceu dessa vez, mas algumas coisas precisam ser admitidas cá.

Coisas estranhas aconteceram nesta sala durante a exibição de O Grito - Leonardo Rodrigues/UOL

Coisas estranhas aconteceram nesta sala durante a exibição de O Grito

Imagem: Leonardo Rodrigues/UOL

As luzes da sala piscaram repetidamente de forma estranha quando foram apagadas antes da projeção? Sim. Barulhos indefinidos surgiram ao volta da cabeça do repórter, que não sabia se era caso do som surround, do soído da poltrona ou de um pouco do além? Positivo. O lápis que ele carregava caiu em uma das cenas mais críticas e, por força maior, ele não teve coragem de naufragar a mão no carpete para procurá-lo na negrume? Aconteceu. Mas você não precisa ter pavor.

Segundo capítulo 100% americano da franquia, o novo Grito, é um bom filme de gênero e merece ser visto, mesmo carecendo de inspiração e novidades. A produção acerta no ótimo elenco, capitaneado por Andrea Riseborough e John Cho, e mostra didaticamente porquê a maldição da refilmagem de 2004 alastrou-se pelos Estados Unidos quando uma mãe de família americana retorna do Japão depois de trabalhar na mansão da primeira história. Se você é do time dos fantasmofóbicos, leste também também é um longa que pode te ensinar bastante.

Veja aquém cinco importantes lições aprendidas com o novo Grito.

1. Tome banho com vários espelhos no box

A imagem está no pôster do filme e retrata um dos primeiros fenômenos que acometem o pobre Peter Spencer (John Cho), o corretor de imóveis que tenta fechar negócio com a moradia amaldiçoada, Você não pode entrar nela caso não queira ser assombrado pelo resto da vida, e ele faz isso. Ao ir pro chuveiro, começa a sentir dedos cadavéricos massageando o epiderme peludo, que somem rapidamente quando ele os percebe. O suficiente para estragar a ducha e fabricar o primeiro traumatismo do personagem. Quer evitar isso? Um box ladeado de espelhos ajudaria.

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Imagem: Divulgação

2. Quando estiver sozinho, observe se é realmente seu cão que está te lambendo

Muldoon (Andrea Riseborough), a detetive de O Grito, comete o mesmo erro de Spencer. Ela entra na mansão para investigar os acontecimentos sangrentos. Sua primeira visão é a filha da família Landers, Melinda, e em sequida, já em morada lendo e relaxando no sofá, ela começa a sentir uma lambida no pé. É a língua de seu cão de estimação, Frank. Momentos se passam, e de repente ela sente mais um pouco de seiva, mas o cachorro havia ido para outro esquina da sala. É isso mesmo que você está pensando. Na incerteza, certifique-se sempre que seu labrador fofo não é um espectro.

3. Nunca lave o rosto afundando-o na pia

Você tem esse hábito? Mas não seria mais fácil simplesmente tomar um banho ou jogar um pouco de chuva na faceta? No filme, Muldoon decide lavar o rosto da maneira mais perigosa provável em um terror, e logo sente que sua cabeça está sendo empurrada pelo fantasma de Sam Landers na tentativa de matá-la por asfixia. A cena é rápida, porquê todas da primeira secção da trama, mas pode servir de recomendação para quem costuma ter a rosto mesmo com chuva entrando pelo nariz. Evite. Essa não é uma sensação lítico, de qualquer forma.

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4. Não volte até a cozinha para extinguir as luzes

Uma dica para os medrosos. Fantasmas de o Grito —e de vários outros filmes— têm o péssimo hábito de desabrochar na penumbra na hora de extinguir a luz em determinados cômodos, mormente se você estiver armado —mas por obséquio não faça isso!—, porquê a detetive Muldoon passando pela cozinha. Quem avisa camarada é: urine bastante antes de dormir e evite se levantar no meio da noite. Se levantar, não acenda nem apague a luz. Se elas já estiverem acesas, deixe acesas. Simples assim.

5. Não durma com a bojo pra cima

Existe filme de terror com fantasma aterrorizando insones tentando dormir de bruços? Provavelmente não. Eles sempre atacam quando você está de bojo para cima, porquê acontece com a senhora Faith Matheson (Lin Shaye). Resumindo, se você tem susto de assombração, evite a posição na leito. De bojo para plebeu também não é bom para a pilar, e o ideal é dormir de lado, mas zero garante que o fantasma vá te evitar desse jeito. Mas não custa tentar. E LEMBRE-SE SEMPRE do principal ensinamento de O Grito. Não importa o que aconteça. Faça porquê o detetive Wilson (William Sadler) e NUNCA entre em uma moradia mal-assombrada.

Divulgação/IMDb
Imagem: Divulgação/IMDb


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