Morada histórica de Santa Luzia vai acoitar museu de peças religiosas

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A doação de uma morada tombada pelos patrimônios municipal e estadual no Meio Histórico de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, vai permitir não só a restauração do imóvel porquê a orifício, no lugar, de um museu de arte sacra da Paróquia Santa Luzia. Para dar sustentação à iniciativa, já se encontra em curso uma campanha em procura dos recursos, tendo avante o titular da paróquia e reitor do Santuário Santa Luzia, vinculado à Arquidiocese de Belo Horizonte, padre Felipe Lemos Queirós. "A Campanha dos 13 consiste na doação de R$ 13 durante 13 meses. Escolhemos o 13 porque se trata de número simbólico para a cidade, pois 13 de dezembro é o dia da nossa padroeira", explica o pároco.

Construída no século 19, a casa (D) abrigava uma venda até ser reformada em 1934: escoramento e limpeza já foram iniciados © Fotos: Marco Aurélio Fonseca/Esp. EM Construída no século 19, a moradia (D) abrigava uma venda até ser reformada em 1934: escoramento e limpeza já foram iniciados

Segundo padre Felipe, foram feitos os serviços de limpeza e escoramento do imóvel, que fica na Rua do Serro, 535, muito ao lado da igreja matriz. Ele adianta que o projeto de restauro está quase concluído para ser apresentado à Prefeitura de Santa Luzia e ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), órgãos responsáveis pelo tombamento do muito.

A doação do imóvel pelos herdeiros do par Eurides de Souza Lima, contador, e Ana Augusta de Lima, conhecida por dona Nica, e as primeiras ações na construção (fechada durante 25 anos) foi intermediada pelo ex-promotor de Justiça da comarca de Santa Luzia Marcos Paulo de Souza Miranda, atual coordenador das Promotorias de Justiça Criminais de Minas Gerais.

Espaço integrado

'As novas gerações conhecem pouco da cidade, do seu passado, da sua importância na história de Minas. Então, fico feliz com a iniciativa', Maria Ana Gabrich, professora aposentada e psicóloga © Fornecido por EM.com.br 'As novas gerações conhecem pouco da cidade, do seu pretérito, da sua relevância na história de Minas. Logo, fico feliz com a iniciativa', Maria Ana Gabrich, professora aposentada e psicóloga A expectativa de padre Felipe é dar início às obras ainda levante ano. "Nosso objetivo é que seja também um espaço de exposições sacras temáticas e temporárias, que vai se integrar ao santuário, à Igreja do Rosário e à Capela do Bonfim, todos os três templos do século 18 e, além de espaços de fé, guardiões de acervos importantes. Assim, quem visitar o museu será direcionado para visitação aos demais monumentos, no Meio Histórico da cidade." A campanha está no primícias e precisa da participação de moradores e quem mais se interessar. "Temos boa adesão, mas vamos precisar de muita ajuda, pois a obra ficará entre R$ 300 milénio e R$ 400 milénio", prevê o padre.

Os vizinhos dão as boas-vindas à iniciativa. A professora aposentada e psicóloga Maria Ana Gabrich, de 82 anos, nascida e criada ao lado do imóvel, acredita que será uma ótima oportunidade para Santa Luzia mostrar mais ainda o seu patrimônio e recontar a história. "As novas gerações conhecem pouco da cidade, do seu pretérito, da sua valia na história de Minas. Logo, fico feliz com a iniciativa", ressaltou.

De convenção com informações da Secretaria de Cultura de Santa Luzia, a mansão foi construída no século 19 e abrigava uma venda, até ser reformada em 1934. Nessa mediação, duas das três portas de entrada ao estabelecimento foram retiradas e substituídas por duas janelas, ficando com uma porta mediano, o que alterou totalmente o estilo da lar. A frontaria tem estilo eclético.

Dona Nica até hoje é lembrada pelos primorosos bordados que fazia para as filhas, parentes e amigos. Uma das vizinhas se lembra da devoção religiosa: "Toda tarde, ela subia as escadarias do Santuário Santa Luzia para rezar".


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