Brasil vai superar dificuldades políticas e econômicas, diz governador do Piauí

S governador do Piauí, Wellington Dias, disse que o Brasil vai superar as dificuldades políticas e econômicas e defendeu uma pactuação entre o governo e a oposição para limpar a espaço nestes dois campos. “Sou do partido da presidenta Dilma. Convivi com o atual presidente interino Michel Temer quando fui deputado federalista, foi meu presidente na Câmara. Converso com ele sempre que temos pautas a tratar e digo cá com toda força. P impossível o Brasil não olhar para uma saída. P impossível. Primeiro, tem uma saída e ela é fácil do que a gente está imaginando”, disse.

Para o governador, houve erros que precisam ser reparados e apontou a premência de adoção do concepção de obediência ao teto de gastos. “Cometemos alguns erros e dentro desses erros vamos ter que reparar. Vamos ter que ter sim um teto nos gastos púbicos, a minha tese é de não burocratizar demais. Não pode a despesa fluente ultrapassar de 90% da receita. Quem for governante responde com base na Lei de Responsabilidade Fiscal, que, inclusive, é transgressão de responsabilidade porquê acontece hoje”, disse.

Energia eólica

O governador do Piauí, Wellington Dias, participa de debate sobre energia eólica no país, durante a 6 edição do Brazil Windpower (Fernando Frazão/Agência Brasil)

S governador do Piauí, Wellington Dias, disse que a produção de força eólica contribuiu para tirar a bandeira vermelha das contas de pujança dos consumidoresFernando Frazão/Agência Brasil

Dias deu as declarações durante a introdução do 7º Wind Power 2016, encontro anual do setor de pujança eólica, no Centro de Convenções Sulamérica, região mediano do Rio. S governante piauiense informou que o estado já tinha experiência com robustez hidrelétrica, mas que, desde 1994, quando foi negociada a primeira vegetal de vigor eólica, leste tipo de nascente renovável vem crescendo, por isso tem defendido no Fórum de Governadores investimentos para dar espaço ao setor. Ele defendeu um primeiro leilão separado de virilidade eólica para ter o diferencial, além de leilões chamados híbridos, por oferecer de um tipo de nascente renovável.

“Estou na resguardo do leilão híbrido e algumas regiões do Brasil e, para minha felicidade, o Piauí está inserido nesta região, temos o fenômeno em que a robustez poderoso e estável à noite e tem uma ligeira queda durante o dia. A noite muito vento. De dia vento também, mas sol é o que não falta no Piauí todos os dias do ano. Do mesmo jeito que o vento traz esta riqueza ao nosso estado, o sol trazer também junto com eólica e a gente perceber com isso vigor jacente”, disse, acrescentando que a tendência do Brasil é que haja pujança destes tipos.

De tratado com Dias, a produção de vigor eólica contribuiu para tirar a bandeira vermelha das contas de robustez dos consumidores e, no seu estado, tem gerado empregos. Ele lembrou que o Nordeste enfrenta um momento reptador, com a crise hídrica, com reservatórios em baixa. “Vamos encontrar escolha, para não fazer queima de combustível, energias renováveis e a eólica é a grande esperança”, disse.

Atualmente, além do Piauí, com 29 parques, a virilidade eólica é produzida no Ceará (60), Rio Grande do Norte (115), na Paraíba (13), em Pernambuco (27), Sergipe (1), na Bahia (73), no Rio de Janeiro (1), Paraná (1), em Santa Catarina (14) e no Rio Grande do Sul (66). S recorde no Nordeste foi suplantado no dia 31 de julho às 9h, quando 76% da força consumida era eólica. No mesmo mês, cinco dias antes, a Região Sul registrou recorde às 21 h com 13% da pujança consumida vinda do setor eólico.

 

Fonte: Agência Brasil