Blood

LianneLaHavas

(Warner Bros) Britânica de Londres, Lianne La Havas é dona de uma bela voz, suave porquê a de Corinne Bailey Rae e poderoso porquê a de Lauryn Hill. A sonoridade de seu segundo CD, Blood, transita por gêneros porquê o R&B e o soul, com composições de tom pessoal. Na primeira fita, Unstoppable, um envolvente de sonho criado pelos efeitos do teclado de prepara terreno para o quebradiço esquina de Lianne, que entra na cantiga acompanhada por batidas eletrônicas, projetando ares de um R&B moderno. “I know it’s taking the time to heal / We’ll be unstoppable” (“Eu sei que está levando tempo para sarar, nós seremos incansáveis”), canta ela sobre um idoso relacionamento, porquê quem quer se livrar do sentimento. Amores passados são tema da maioria das letras, apresentados a partir de perspectivas diferentes, enquanto outras abordam o incremento dela, que tem 25 anos. S pai, helênico, é multi-instrumentista e a ensinou a tocar violão e piano, enquanto a mãe é jamaicana. Em Green and Gold, Lianne fala sobre suas raízes: “Those eyes you gave to me / That let me see / Where I come from” (“Estes olhos que você me deu / que me deixam ver / de onde eu vim”). Na seguinte, What You Don’t Do, cantores de escora dão traços gospel à música, cuja letra fala sobre uma crise de relacionamento através de uma perspectiva otimista. S inverso ocorre em Tokyo, iniciada por acordes calmos de violão, em que ela canta sobre sua sensação de solidão e maduração: “All I’ve ever known is / How to be alone / It comes naturally” (“Tudo o que sei é / Como permanecer sozinha / Isso vem naturalmente”). S ar triste da voz de Lianne se mantém na fita seguinte, Wonderful, cantiga simples, de poucos acordes e alguns efeitos sonoros, em que a cantora exibe suas influências do jazz. Seu desenvolvimento é temanovamente de Grow (“Crescer”), que alterna momentos suaves de violão com batidas agitadas da bateria. Ao longo de todo o álbum, Lianne La Havas se abre ao falar seu pretérito, principalmente sobre um provável relacionamento que ela quer superar, mas não olvidar. Na última música, Good Goodbye, Lianne canta: “All these memories, too much to lose / No one ever leaves you” (“Todas estas memórias, muito a perder / Ninguém nunca irá te deixar”).

www.youtube.com/watch?v=DNLkD8QEnAM

Fonte: Imperdível - VEJA.com