Bares e restaurantes de BH têm movimento aquém do esperado, lamentam donos

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Tradicionais estabelecimentos de BH, Anuário e da Bar da Neca, no Anchieta, estavam com lugares sobrando

O primeiro domingo (6) de preâmbulo de bares e restaurantes para almoço, em seguida seis meses fechados em Belo Horizonte, foi de movimento variado na regiao Meio-Sul da cidade.

Tradicional ponto de estabelecimentos gastronômicos, o bairro Anchieta tinha pouco movimento. Nos bares, os clientes se assentavam em mesas afastadas umas das outras, mas pouquíssimos usavam máscara.

O engenheiro Antônio Cabral, 74, era um dos que cumpria a regra e foi do bairro Cidade Novidade, região Nordeste de BH, com a esposa até o restaurante Efeméride para, nas palavras dele, "matar a saudade". Ele se diz tranquilo em relação à sua segurança. "Até porque os índices estão mais baixos, os hospitais e médicos estão mais preparados, conhecendo o problema", explicou.

Cabral era um dos poucos frequentadores do restaurante. O proprietário, Fabiano Aguiar, relatou que desde a reabertura na sexta-feira (4), o movimento tem sido aquém do esperado. "Depois de cinco meses fechados, imaginamos que as pessoas voltariam correndo para os bares, mas a veras é que está muito aquém do esperado", lamentou.

A advogada Rafaela Cordeiro, 33, foi com duas amigas ao Calendário para almoçar e contou estar tomando todos os cuidados, se sentindo segura. "Acho que inicialmente está tranquilo, muito também devido ao feriado, mas eu estou buscando lugares que estão cumprindo mesmo os protocolos de segurança", comenta.

A veras de pouco movimento é a mesma para Rodrigo Barreira, proprietário do Bar da Neca. "A sinceridade infelizmente coincidiu com o feriado, quando a cidade está vazia, mas depois de cinco meses fechado, qualquer coisa vale", opina.

Dissemelhante do Anchieta, o bairro de Lourdes registrou mais movimento neste domingo. Bares tradicionais da região estavam com quase todas as mesas ocupadas, sendo que, em deles, o distanciamento não estava sendo respeitado por todos, desde os frequentadores, sem máscara, até a disposição das mesas.

A reportagem tentou conversar com gerentes e clientes de alguns estabelecimentos, mas todos recusaram conceder entrevista.


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