Abrava mantém chamado de paralisação

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Tânia Rêgo/Agência Brasil Tânia Rêgo/Dependência Brasil

A Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) vai manter o chamado de paralisação pátrio para a categoria para estas terça e quarta-feiras (dias 18 e 19). "A orientação é que a categoria pare em mansão, faça manutenção do veículo, pare em postos de gasolina com faixas de resguardo da tarifa e não crie bloqueios em rodovias", diz o presidente da Abrava, Wallace Landim, divulgado porquê Chorão, ao Broadcast Agro. A mobilização deve ocorrer das 6h às 18h, segundo a Abrava.

A paralisação dos caminhoneiros já estava marcada para o dia 19 quando o Supremo Tribunal Federalista (STF) julgaria três ações que contestam a constitucionalidade da política de tabelamento de frete rodoviário. A votação, mas, foi adiada para 10 de março, quando entidades contrárias e favoráveis ao tema vão se reunir em uma audiência de conciliação na Suprema Golpe.

Apesar do diferimento da tarifa, Chorão diz que a mobilização chamada para hoje e amanhã pretende mostrar que os caminhoneiros estão atentos ao tema e organizados para resguardo da constitucionalidade do piso mínimo. "Vamos mostrar que não vamos voltar detrás. Não vamos admitir retrocesso. O piso foi um recta que conquistamos e queremos seu cumprimento", afirma Chorão.

O presidente da Abrava, que foi um dos principais representantes dos caminhoneiros na greve que parou o País em maio de 2018, considera que o movimento marcado para terça e quarta não vai ser semelhante e tão significativo quanto o do pretérito. "A teoria é mostrar que estamos mobilizados mas, se depois, em março, tirarem o nosso recta (de piso mínimo para o frete), sem dúvidas teremos de tomar medidas mais drásticas para mostrar a relevância do setor", argumenta o líder, ressaltando que a orientação é manter o fluxo normal das rodovias nos dois dias de protesto. Segundo ele, na manhã desta terça-feira, já foram observados pontos de paralisação em Montes Claros (MG).

A Confederação Pátrio dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) também convocou protestos para desde Segunda-feira até quarta para reivindicar que o STF julgue a constitucionalidade do piso.


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