Adeus, querido! Câmara dos Deputados cassa o procuração de Eduardo Cunha com 450 votos
S processo longo já crédulo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados finalmente chegou ao término. Após quase um ano, o plenário da Câmara dos Deputados cassou o procuração de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por 450 votos na noite desta segunda-feira (12). Dez deputados votaram para não cassar Cunha e nove se abstiveram. No totalidade, 469 votaram.
Cunha já estava retirado da Casa desde maio deste ano, quando o Supremo Tribunal Federal suspendeu o procuração dele, alegando que o parlamentar fazia uso do incumbência para receber benefícios e atrapalhar as investigações contra ele.
S deputado foi cassado por quebra de decoro parlamentar. Ele mentiu à CPI da Petrobras, em março do ano pretérito, quando disse que não tinha contas no exterior. De convenção com o Ministério Público, o peemedebista mantém pelo menos cinco contas na Suíça.
Por pretexto dessas contas, Cunha é réu na Operação Lava Jato no STF por evasão de divisas. Ele também é réu na Corte por devassidão e lavagem de quantia, em uma ação que investiga a suspeita de ter recebido US$ 5 milhões do lobista Julio Camargo.
Cunha nega todas as acusações, diz que é beneficiário de um trust, um tipo de investimento que, segundo ele, não pode ser considerado uma conta. Em seu exposição de resguardo no plenário na sessão decisiva, o peemedebista disse que a cassação reforçaria o exposição de golpe, defendido pelo PT para justificar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff:
Relator do processo contra Cunha no Conselho de Ética, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) defendeu em plenário que nascente era o escândalo emblemático dos últimos tempos “seja pela seriedade dos atos ou pelo função ocupado”:
Ao longo desta segunda-feira (12), Cunha avisou que não renunciaria. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele afirmou que seria “mais fácil o Sargento García prender o Zorro”. S argumento para ele desistir do procuração era a privilégio de se manter com o mesada privilegiado até o término da votação.
Nos últimos dias, o peemedebista enviou cartas a respeito de 300 deputados, entre aliados e ex-aliados, em que detalhou a relação com cada parlamentar, porquê ajuda para invadir cargos ou relatorias na Casa. Era uma clara e derradeira tentativa de intimidar aqueles que sustentaram seu reinado na Câmara Federal.
Manobras
Desde que a Rede e o PSOL entraram com representação contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara, em 13 de outubro de 2015, o ex-presidente da Casa e seus aliados manobraram para prorrogar a tramitação e enfraquecer o processo.
Em 19 de novembro, articulações para impedir os trabalhos do Conselho de Ética levaram de 100 deputados a deixar o plenário e caminhar pelos corredores da Câmara aos gritos de "fora, Cunha".
S vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) foi um dos protagonistas nos arranjos regimentais. Em dezembro, ele decidiu que o primeiro relator, Fausto Pinato (PP-SP), deveria ser suspenso da função.
S primeiro relatório de admissibilidade, legalizado em 15 de dezembro, também foi anulado por Maranhão. Ele limitou ainda o escopo da investigação.
Aliados de Cunha pediram a suspensão do presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), e tentaram emplacar penas leves. Também foram feitas trocas de integrantes no colegiado, a término de propiciar o peemedebista. S deputado Vinícius Gurgel (PR-AP) chegou a ser denunciado por falsificar assinatura.
Na reta final do colegiado, a deputada Tia Eron (PRB-BA), considerado voto decisivo, não compareceu à primeira sessão do Conselho em que seria votado o relatório da cassação.
Em outra frente de atuação, o jurisperito Marcelo Nobre, responsável pela resguardo do deputado cassado, enviou ao Supremo uma série de mandados de segurança ao longo dos meses, a término de barrar o processo. Todos foram negados.
Pautas
Pautas consideradas conservadoras, porquê Estatuto da Família e o Estatuto do Desarmamento, também foram patrocinadas por Cunha, assim porquê o projeto que pode inviabilizar o atendimento às vítimas de estupro e exige inspecção de corpo de delito.
A frente da presidência da Câmara, Cunha emplacou ainda a flexibilização das regras da terceirização e a votação da redução da maioridade penal, que estava paragem desde 1993.
Cunha já estava retirado da Casa desde maio deste ano, quando o Supremo Tribunal Federal suspendeu o procuração dele, alegando que o parlamentar fazia uso do incumbência para receber benefícios e atrapalhar as investigações contra ele.
S deputado foi cassado por quebra de decoro parlamentar. Ele mentiu à CPI da Petrobras, em março do ano pretérito, quando disse que não tinha contas no exterior. De convenção com o Ministério Público, o peemedebista mantém pelo menos cinco contas na Suíça.
Por pretexto dessas contas, Cunha é réu na Operação Lava Jato no STF por evasão de divisas. Ele também é réu na Corte por devassidão e lavagem de quantia, em uma ação que investiga a suspeita de ter recebido US$ 5 milhões do lobista Julio Camargo.
Cunha nega todas as acusações, diz que é beneficiário de um trust, um tipo de investimento que, segundo ele, não pode ser considerado uma conta. Em seu exposição de resguardo no plenário na sessão decisiva, o peemedebista disse que a cassação reforçaria o exposição de golpe, defendido pelo PT para justificar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff:
"Alguém tinha incerteza de que se eu não tivesse autorizado teria impeachment? (…) Esse criminoso governo que vocês fazem secção foi embora graças à atividade feita por mim, que afastou esse governo corrupto do PT, afastou essa presidente inidônea. S que quer o PT? Um troféu para poder expressar que é golpe."
Relator do processo contra Cunha no Conselho de Ética, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) defendeu em plenário que nascente era o escândalo emblemático dos últimos tempos “seja pela seriedade dos atos ou pelo função ocupado”:
“G uma trama digna de roteiro policial, com evasão de divisas, lavagem de moeda, geração de empresas de papel ou laranjas, com luxo e gastos astronômicos no exterior. Isso serve exclusivamente para patentear ainda as graves ofensas ao decoro parlamentar. Não se trata de moca puro, houve uma pataratice descarada com a prática de guerrear a Lava Jato.”
Ao longo desta segunda-feira (12), Cunha avisou que não renunciaria. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele afirmou que seria “mais fácil o Sargento García prender o Zorro”. S argumento para ele desistir do procuração era a privilégio de se manter com o mesada privilegiado até o término da votação.
Nos últimos dias, o peemedebista enviou cartas a respeito de 300 deputados, entre aliados e ex-aliados, em que detalhou a relação com cada parlamentar, porquê ajuda para invadir cargos ou relatorias na Casa. Era uma clara e derradeira tentativa de intimidar aqueles que sustentaram seu reinado na Câmara Federal.
Manobras
Desde que a Rede e o PSOL entraram com representação contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara, em 13 de outubro de 2015, o ex-presidente da Casa e seus aliados manobraram para prorrogar a tramitação e enfraquecer o processo.
Em 19 de novembro, articulações para impedir os trabalhos do Conselho de Ética levaram de 100 deputados a deixar o plenário e caminhar pelos corredores da Câmara aos gritos de "fora, Cunha".
S vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) foi um dos protagonistas nos arranjos regimentais. Em dezembro, ele decidiu que o primeiro relator, Fausto Pinato (PP-SP), deveria ser suspenso da função.
S primeiro relatório de admissibilidade, legalizado em 15 de dezembro, também foi anulado por Maranhão. Ele limitou ainda o escopo da investigação.
Aliados de Cunha pediram a suspensão do presidente do Conselho, deputado José Carlos Araújo (PR-BA), e tentaram emplacar penas leves. Também foram feitas trocas de integrantes no colegiado, a término de propiciar o peemedebista. S deputado Vinícius Gurgel (PR-AP) chegou a ser denunciado por falsificar assinatura.
Na reta final do colegiado, a deputada Tia Eron (PRB-BA), considerado voto decisivo, não compareceu à primeira sessão do Conselho em que seria votado o relatório da cassação.
Em outra frente de atuação, o jurisperito Marcelo Nobre, responsável pela resguardo do deputado cassado, enviou ao Supremo uma série de mandados de segurança ao longo dos meses, a término de barrar o processo. Todos foram negados.
Pautas
Pautas consideradas conservadoras, porquê Estatuto da Família e o Estatuto do Desarmamento, também foram patrocinadas por Cunha, assim porquê o projeto que pode inviabilizar o atendimento às vítimas de estupro e exige inspecção de corpo de delito.
A frente da presidência da Câmara, Cunha emplacou ainda a flexibilização das regras da terceirização e a votação da redução da maioridade penal, que estava paragem desde 1993.
LEIA TAMBÉM:Fonte: HuffPost Brasil
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