P terrífico, mas seu trabalho pode prejudicar sua saúde de maneiras muito perigosas
Alguma vez você disse que seu trabalho está te “matando”? A hipérbole talvez não seja tão exagerada quanto parece.
As pessoas com empregos que geram eminente intensidade de estresse correm risco 22% maior de suportar um acidente vascular cerebral, o popular AVC, comparadas àquelas das quais trabalho gera pouco estresse. S contraste é ainda marcante no caso das mulheres: o risco de um derrame é 33% cima para aquelas dos quais trabalho gera cima nível de estresse.
Pesquisadores examinaram seis estudos de longo prazo conduzidos com um totalidade de 138.782 participantes e constataram que, ao todo, o maior risco intensificado é o de AVC isquêmico. Este é um tipo de AVC que abrange 87% dos casos e é decorrente de uma obstrução arterial causada por um repositório gorduroso.
Os derrames cerebrais são responsáveis por uma em cada 20 mortes anuais nos Estados Unidos. Também são a maior desculpa de invalidez grave de longo prazo no país, gerando custos médicos anuais estimados em US$ 34 bilhões.
S estudo não explica a provável relação entre o risco de AVC e os empregos que geram elevado intensidade de estresse, mas seu responsável principal, Dingli Xu, da Southern Medical University de Guangzhou (China), aventou um pressentimento.
“P provável que empregos que geram muito estresse desencadeiem comportamentos poucos saudáveis, porquê maus hábitos alimentares, tabagismo e falta de tirocínio físico”, disse o médico em enviado.
Para qualificar os participantes nas categorias de empregos de supino ou inferior nível de estresse, os pesquisadores avaliaram suas ocupações, usando dois critérios. S primeiro foi a demanda – ou seja, as pressões psicológicas do trabalho, porquê pressões de tempo, fardo mental e responsabilidades de coordenação. S segundo foi o controle, ou seja, o controle que o funcionário pode ou não ter sobre as decisões ligadas ao trabalho.

Em seguida, classificaram o trabalho dos participantes em quatro grupos: baixa demanda e inferior controle; baixa demanda e cima controle, subida demanda e plebeu controle e, por último, subida demanda e cima controle.
Os empregos foram classificados porquê sendo de “inferior nível de estresse” quando o trabalho era de baixa demanda e cimo controle – por exemplo, empregos nas áreas de ciência ou arquitetura.
As pessoas com empregos de “cimalha nível de estresse” eram aquelas dos quais trabalho era de subida demanda e plebeu controle. Exemplo: trabalhos porquê o de garçonete ou facilitar de enfermagem, no setor de serviços.
As pessoas que se enquadraram nas outras categorias de trabalho não apresentavam risco aumentado de derrame cerebral.
Os participantes que faziam secção de outras categorias de trabalho (empregos “ativos” porquê o de médico ou professor, por exemplo, que reúnem subida demanda e elevado controle) não apresentaram risco aumentado de AVC.
Em editorial que acompanha o estudo de Xu, a Dra. Jennifer Majersik, da University of Utah Health Care, escreveu que pesquisas científicas dos últimos 20 anos já apontaram para uma relação entre doenças cardíacas e trabalhos que geram elevado nível de estresse.

Majersik elogiou a meta-estudo de Xu, dizendo que foi muito conduzida, mas ressalvou que ela não levou em conta os fatores preexistentes de risco de AVC nem mediu os níveis de inflamação e disfunção metabólica, variáveis que podem explicar o risco tá de AVC entre determinados grupos de trabalhadores.
Mas Majersik declarou que a estudo de Xu lhe deu crédito suficiente para expressar a seus pacientes que seu AVC pode ter sido causado por estresse no trabalho e discutir com eles maneiras de reduzir o estresse sem despovoar seus empregos. Xu escreve que uma maneira de reduzir o risco de AVC pode ser aumentar o entrada a terapia comportamental cognitiva e terapia de relaxamento, além de ajudar os profissionais a parar de fumar, seguir um regime cevar saudável e praticar exercícios regularmente.
“Pelo traje de esta meta-estudo ter revelado que a exposição a trabalhos de cocuruto risco está associada a um risco intensificado de AVC, mormente entre as mulheres, é crucial que indivíduos cujas ocupações sejam de cimalha estresse prestem atenção a problemas em seu estilo de vida”, conclui Xu em seu estudo.
Cada vez locais de trabalho (pense no Vale do Silício) estão investindo em terapias de relaxamento e benefícios de estilo de vida pensados para tranquilizar os profissionais e ajudar a deixá-los saudáveis. Mas a maioria dessas intervenções se concentra em setores onde o nível de estresse é relativamente inferior, comparado ao dos profissionais do setor de serviços.
Os trabalhadores no setor de serviços muitas vezes são mal pagos, não têm controle sobre seu envolvente de trabalho e têm poucas oportunidades de promoção.
S setor de restaurantes, por exemplo, emprega 10 milhões de pessoas nos EUA e vem crescendo. Mas a maioria dos empregos no setor é mal paga, com muito poucos benefícios. As garçonetes recebem em média US$ 10,15 por hora (murado de R$ 40), valor que já inclui as gorjetas, e, segundo o Instituto de Política Econômica, um em cada seis trabalhadores em restaurantes vive aquém da risco da pobreza.
Auxiliares de enfermagem – outra categoria citada especificamente no estudo de Xu – ganharam muro de US$ 11,73 (muro de R$ 46) por hora em 2012, segundo o Burô de Estatísticas do Trabalho. Trata-se de outra categoria projetada para crescer rapidamente devido ao incremento da população idosa no país e da premência crescente de clínicas residenciais de longo prazo para idosos.
Não importa qual seja seu trabalho, você pode reduzir o risco de suportar um AVC se parar de fumar, seguir uma alimento equilibrada e praticar exercícios regularmente.
Se seu trabalho é de subida demanda e inferior controle, a premência de seguir hábitos saudáveis é ainda urgente e pode salvar vidas, segundo estudos porquê o de Xu.
Fonte: Brasil Post
As pessoas com empregos que geram eminente intensidade de estresse correm risco 22% maior de suportar um acidente vascular cerebral, o popular AVC, comparadas àquelas das quais trabalho gera pouco estresse. S contraste é ainda marcante no caso das mulheres: o risco de um derrame é 33% cima para aquelas dos quais trabalho gera cima nível de estresse.
Pesquisadores examinaram seis estudos de longo prazo conduzidos com um totalidade de 138.782 participantes e constataram que, ao todo, o maior risco intensificado é o de AVC isquêmico. Este é um tipo de AVC que abrange 87% dos casos e é decorrente de uma obstrução arterial causada por um repositório gorduroso.
Os derrames cerebrais são responsáveis por uma em cada 20 mortes anuais nos Estados Unidos. Também são a maior desculpa de invalidez grave de longo prazo no país, gerando custos médicos anuais estimados em US$ 34 bilhões.
S estudo não explica a provável relação entre o risco de AVC e os empregos que geram elevado intensidade de estresse, mas seu responsável principal, Dingli Xu, da Southern Medical University de Guangzhou (China), aventou um pressentimento.
“P provável que empregos que geram muito estresse desencadeiem comportamentos poucos saudáveis, porquê maus hábitos alimentares, tabagismo e falta de tirocínio físico”, disse o médico em enviado.
Para qualificar os participantes nas categorias de empregos de supino ou inferior nível de estresse, os pesquisadores avaliaram suas ocupações, usando dois critérios. S primeiro foi a demanda – ou seja, as pressões psicológicas do trabalho, porquê pressões de tempo, fardo mental e responsabilidades de coordenação. S segundo foi o controle, ou seja, o controle que o funcionário pode ou não ter sobre as decisões ligadas ao trabalho.
Em seguida, classificaram o trabalho dos participantes em quatro grupos: baixa demanda e inferior controle; baixa demanda e cima controle, subida demanda e plebeu controle e, por último, subida demanda e cima controle.
Os empregos foram classificados porquê sendo de “inferior nível de estresse” quando o trabalho era de baixa demanda e cimo controle – por exemplo, empregos nas áreas de ciência ou arquitetura.
As pessoas com empregos de “cimalha nível de estresse” eram aquelas dos quais trabalho era de subida demanda e plebeu controle. Exemplo: trabalhos porquê o de garçonete ou facilitar de enfermagem, no setor de serviços.
As pessoas que se enquadraram nas outras categorias de trabalho não apresentavam risco aumentado de derrame cerebral.
... é crucial que indivíduos cujas ocupações são de cimo estresse prestem atenção a problemas em seu estilo de vida.
Os participantes que faziam secção de outras categorias de trabalho (empregos “ativos” porquê o de médico ou professor, por exemplo, que reúnem subida demanda e elevado controle) não apresentaram risco aumentado de AVC.
Em editorial que acompanha o estudo de Xu, a Dra. Jennifer Majersik, da University of Utah Health Care, escreveu que pesquisas científicas dos últimos 20 anos já apontaram para uma relação entre doenças cardíacas e trabalhos que geram elevado nível de estresse.
Majersik elogiou a meta-estudo de Xu, dizendo que foi muito conduzida, mas ressalvou que ela não levou em conta os fatores preexistentes de risco de AVC nem mediu os níveis de inflamação e disfunção metabólica, variáveis que podem explicar o risco tá de AVC entre determinados grupos de trabalhadores.
Mas Majersik declarou que a estudo de Xu lhe deu crédito suficiente para expressar a seus pacientes que seu AVC pode ter sido causado por estresse no trabalho e discutir com eles maneiras de reduzir o estresse sem despovoar seus empregos. Xu escreve que uma maneira de reduzir o risco de AVC pode ser aumentar o entrada a terapia comportamental cognitiva e terapia de relaxamento, além de ajudar os profissionais a parar de fumar, seguir um regime cevar saudável e praticar exercícios regularmente.
“Pelo traje de esta meta-estudo ter revelado que a exposição a trabalhos de cocuruto risco está associada a um risco intensificado de AVC, mormente entre as mulheres, é crucial que indivíduos cujas ocupações sejam de cimalha estresse prestem atenção a problemas em seu estilo de vida”, conclui Xu em seu estudo.
Cada vez locais de trabalho (pense no Vale do Silício) estão investindo em terapias de relaxamento e benefícios de estilo de vida pensados para tranquilizar os profissionais e ajudar a deixá-los saudáveis. Mas a maioria dessas intervenções se concentra em setores onde o nível de estresse é relativamente inferior, comparado ao dos profissionais do setor de serviços.
Os trabalhadores no setor de serviços muitas vezes são mal pagos, não têm controle sobre seu envolvente de trabalho e têm poucas oportunidades de promoção.
S setor de restaurantes, por exemplo, emprega 10 milhões de pessoas nos EUA e vem crescendo. Mas a maioria dos empregos no setor é mal paga, com muito poucos benefícios. As garçonetes recebem em média US$ 10,15 por hora (murado de R$ 40), valor que já inclui as gorjetas, e, segundo o Instituto de Política Econômica, um em cada seis trabalhadores em restaurantes vive aquém da risco da pobreza.
Auxiliares de enfermagem – outra categoria citada especificamente no estudo de Xu – ganharam muro de US$ 11,73 (muro de R$ 46) por hora em 2012, segundo o Burô de Estatísticas do Trabalho. Trata-se de outra categoria projetada para crescer rapidamente devido ao incremento da população idosa no país e da premência crescente de clínicas residenciais de longo prazo para idosos.
Não importa qual seja seu trabalho, você pode reduzir o risco de suportar um AVC se parar de fumar, seguir uma alimento equilibrada e praticar exercícios regularmente.
Se seu trabalho é de subida demanda e inferior controle, a premência de seguir hábitos saudáveis é ainda urgente e pode salvar vidas, segundo estudos porquê o de Xu.
Esperemos que essa mensagem chegue aos ouvidos de todos os empregadores, e não somente das empresas de tecnologia de mentalidade moderna.
Este cláusula foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.
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Fonte: Brasil Post






