6 dificuldades de uma startup de meios de pagamentos online

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A empreendedora Verena Stuckart está em sua segunda startup de meios de pagamento. Junto com dois sócios, ela começou pela Braspagg, empresa criada em 2005, vendida em 2009 para o Grupo Silvio Santos e revendida eriormente para a Cielo. Com secção do capital recebido pela venda do macróbio negócio, somado a um aporte feito pela Arpex Capital, ela e seu sócio, Fábio Barbosa, abriram em 2012 a Mundipagg, uma empresa de soluções de integração de pagamentos online.

S ponto de partida da MundiPagg foi o legado da antiga empresa: experiência no desenvolvimento do resultado, conhecimento do mercado brasiliano, bons contatos e antigos clientes. Com esta fórmula, e muito trabalho duro, a empresa já teve o retorno do investimento, tem muro de 120 clientes – entre eles a B2W –, emprega 20 funcionários e mantém escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Apesar do aparente sucesso das duas empreitadas, o feito de Verena não é coisa simples. Produtos e serviços financeiros são uma das searas promissoras para startups, mas também são nichos de subida competitividade, que exigem investimentos consideráveis em tecnologia e segurança, profundo conhecimento do mercado brasiliano de meios de pagamento e da legislação referente ao matéria. Para ser muito-sucedido, é preciso que esforço. Confira aquém cinco tópicos que um empreendedor deve considerar antes de planejar sua ingressão no mundo dos meios de pagamentos online.

Produto único: não adianta competir com grandes empresas, porquê as adquirentes - responsáveis pela informação da transação entre o estabelecimento e a bandeira do cartão. No caso da Mundipagg, o resultado capital é um "gateway", ou ponte, que permite a integração com as redes das diversas adquirentes, bandeiras, bancos e outras companhias na ergástulo de pagamentos. Em termos simples, funciona porquê a maquininha de cartão de crédito ou débito, porém online. A novidade da empresa é uma funcionalidade que permite o estorno de pagamentos com cartão de crédito.

História: o mercado de pagamentos no Brasil é bastante único. S uso de boleto bancário e o pagamento parcelado no cartão são práticas quase desconhecidas no exterior. E, até 2010, havia monopólio no setor de cartões. A ingressão de empreendedores estrangeiros é difícil devido a peculiaridades, restrições e jogos de poder entre os grandes atores do mercado. Sem saber essa dinâmica, as chances de sucesso são poucas.

Desenvolvimento de produtos: Ao estudar a viabilidade de lançar um resultado para integrar os meios de pagamento, os empreendedores estudaram a possibilidade de trazer produtos estrangeiros e adaptá-los para o nosso envolvente. "Mas concluímos que seria um resultado inflexível. Optamos por desenvolver nosso próprio resultado do zero", afirma Verena. "Foi custoso, mas somente assim conseguiríamos atender às particularidades brasileiras."

Infraestrutura: um serviço financeiro online exige cimalha investimento em tecnologia para o processamento e armazenamento dos dados de milhares de transações financeiras. "Nossos data centers estão todos alocados fora do Brasil", diz Verena.

Segurança: Quando integra as empresas adquirentes à sua rede, a empresa passa a ser incessantemente testada e auditada pelo mercado. A exigência em segurança é subida, obrigando a empresa a investir pesado para proteger a transmissão de dados.

Modelo jurídico: Com a complicação da cárcere de pagamentos no Brasil, empresas que querem entrar neste nicho precisam estudar a legislação e entender as exigências para atuar no setor e ter a definição clara de qual é o seu posicionamento exato na ergástulo.

Fonte: PEGN