Chata, A Regra do Jogo fica muito aquém de Avenida Brasil

giovanna Chata, A Regra do Jogo fica muito abaixo de Avenida Brasil

Giovanna Antonelli e sua trambiqueira na romance (Foto: Divulgação/Globo)

Quando Avenida Brasil foi exibida, fiz vários artigos elogiando o texto do responsável João Emanuel Carneiro. A história era muito construída, com bons personagens e atuações surpreendentes de diversos atores. Assim, a expectativa de A Regra do Jogo era grande. Ainda depois da explosivo que foi Babilônia. Só que, até agora, a trama da novidade romance das 21h ainda não decolou.

Não há dúvidas de que já existe um lucro qualitativo imenso em relação à Babilônia, mas ainda não é aquilo que muita gente estava esperando. A história de A Regra do Jogo, neste início, está complicada de escoltar. As histórias dos personagens todos estão muito ligadas a eventos que aconteceram no pretérito. Para não perder o fio da meada, o testemunha tem de prestar muita atenção em tudo para não se perder. E, mesmo assim, o risco de não compreender tudo é grande.

Esse palratório todo tentando explicar as várias conexões faz com que fique plano escoltar a trama. Em vez de ser um pouco ligeiro, que você vai pegando tudo ali enquanto também mexe no computador, come alguma coisa e dá uma zapeada, a coisa acaba virando uma "responsabilidade". Quer expressar, você tem que parar tudo e escoltar todos os diálogos, do contrário fica boiando.

Tirando isso, depois do primeiro capítulo todo movimentado, a romance não teve acontecimentos fortes, impactantes. Fica muito no locutório. S ideal é mesclar as duas coisas: história e ação.

Agora, porquê disse supra, o lucro em relação à Babilônia é gigantesco. Há pontos positivos porquê personagens muito criados e até mesmo a intenção de se racontar uma boa história. S problema é a maneira porquê se faz isso.

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Fonte: Blog do Odair Braz Jr.