Pesquisa indica que faturamento do On Demand vai superar cinemas em 2018

Foto: divulgação

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Que a maneira de se testemunhar TV está mudando todo mundo sabe. Passa por essa mudança o prolongamento voraz do streaming, capitaneado pela Netflix, e pela popularização do vídeo on demand, concepção em que o testemunha assiste o que quiser, quando quiser e porquê quiser – concepção ajaezado pela aproximação à internet cada vez extenso. S que a pesquisa produzida e divulgada pela PrivewaterhouseCoopers projeta, no entanto, é uma mudança muito rápida e profunda do que analistas de mercado previam.

De convenção com o estudo, realizado em 54 países, inclusive o Brasil, os vídeos online vão superar os lucros das salas de cinema setentrião-americanas já em 2018, tornando-se a principal nascente de renda do mercado nos EUA. A tendência, defendem os responsáveis pela pesquisa, é que o mundo – ainda que lentamente – replique esse movimento.

Nessa categoria de vídeo online, incluem-se assinaturas, aluguéis e compras avulsas de títulos em serviços porquê Netflix e Hulu. Canais porquê HBO e Showtime já se movimentam para lançar no mercado americano s de streaming com assinaturas independentes de seus canais a cabo. A expectativa é de que o setor cresça murado de 14% ao ano. S mesmo estudo indica que o cinema deve crescer murado de 4% ao ano. Uma diferença brutal aos olhos de investidores, o que poderia precipitar uma mudança na jerarquia de lançamentos de filmes. Nos EUA, muitos filmes independentes já estão sendo comercializados por streaming simultaneamente ao lançamento nos cinemas.

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Fonte: Cineclube por Reinaldo Glioche - iG Cultura