8 maneiras de aproveitar o poder do tédio
“Tempo ocioso” é uma raridade hoje em dia. Quando finalmente o encontramos, muitos de nós damos suspiros de alívio pela oportunidade de sentar, relaxar e não fazer nada. Mas não demora muito para aquela sensação maravilhosa converter-se em frustração e ansiedade diante das horas estranhamente vazias que temos pela frente – ou seja, ficamos entediados. E não sabemos o que fazer para combater o tédio.
Todo o mundo sente tédio de vez em quando – o desejo de praticar uma atividade prazerosa e a incapacidade de fazê-lo. Visto como o “irmão menos agradável do tempo ocioso”, o tédio é incômodo por natureza: vivemos num mundo de tantos estímulos que esquecemos do pendor natural da humanidade por curtir esse estado de descanso. Ficamos distraídos com nossa própria falta de atividade, nossa queda de ânimo e a sensação de que o tempo está passando devagar demais.
Em lugar de curtir o tédio passageiro, sentimos ansiedade por não termos nada para fazer. Descobrimos que o estímulo insuficiente pode ser tão estressante quanto o estímulo excessivo, comum. Pode ser algo como ficar aguardando numa fila, passar tempo sentado no trânsito ou voltar para casa e encontrar a casa vazia e em silêncio, sem ninguém que queira nossa atenção. Em vez de estarmos absortos no ambiente externo, nos vemos reduzidos a encarar nossa realidade interna. E isso é algo que muitos de nós achamos inquietante.
Quando se trata de lidar com o tédio, temos três opções disponíveis: evitar o problema, distraindo-nos com outra coisa; analisar nossa sensação criticamente e mudar o ambiente em volta para então mudar como estamos nos sentindo; ou, ainda, refletir sobre os sentimentos para identificar o valor que podem oferecer em qualquer situação dada. As duas primeiras estratégias com frequência são destrutivas que úteis, mas a última opção nos permite fazer uso da sensação de tédio para melhorar.
Veja oito maneiras de aproveitar o poder positivo do tédio:
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Fonte: Brasil Post
Todo o mundo sente tédio de vez em quando – o desejo de praticar uma atividade prazerosa e a incapacidade de fazê-lo. Visto como o “irmão menos agradável do tempo ocioso”, o tédio é incômodo por natureza: vivemos num mundo de tantos estímulos que esquecemos do pendor natural da humanidade por curtir esse estado de descanso. Ficamos distraídos com nossa própria falta de atividade, nossa queda de ânimo e a sensação de que o tempo está passando devagar demais.
Em lugar de curtir o tédio passageiro, sentimos ansiedade por não termos nada para fazer. Descobrimos que o estímulo insuficiente pode ser tão estressante quanto o estímulo excessivo, comum. Pode ser algo como ficar aguardando numa fila, passar tempo sentado no trânsito ou voltar para casa e encontrar a casa vazia e em silêncio, sem ninguém que queira nossa atenção. Em vez de estarmos absortos no ambiente externo, nos vemos reduzidos a encarar nossa realidade interna. E isso é algo que muitos de nós achamos inquietante.
Quando se trata de lidar com o tédio, temos três opções disponíveis: evitar o problema, distraindo-nos com outra coisa; analisar nossa sensação criticamente e mudar o ambiente em volta para então mudar como estamos nos sentindo; ou, ainda, refletir sobre os sentimentos para identificar o valor que podem oferecer em qualquer situação dada. As duas primeiras estratégias com frequência são destrutivas que úteis, mas a última opção nos permite fazer uso da sensação de tédio para melhorar.
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Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.
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Fonte: Brasil Post