2015: Um ano difícil para Dilma Rousseff
S primeiro ano do segundo procuração da presidente Dilma Rousseff não foi fácil.
A mandatária viu os índices de popularidade e avaliação do governo despencarem, protagonizou a pior crise política do seu governo, viu os índices econômicos caírem e o serviço, principal bandeira da reeleição, bateu recordes negativos.
Para terminar, a presidente sofreu retaliação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com a franqueza do processo de impeachment.
S calvário do 2015 de Dilma foi iniciado ainda em meados de 2014, na era da campanha presidencial.
Promessas de que não haveria arrocho nem mudanças nas leis trabalhistas e fortalecimento de bandeiras do governo porquê o Ciência sem Fronteiras, o Pronatec e a geração do Mais Especialidades ficaram para trás.
Três fatores que contaram com interferência da própria petista ajudaram a limar os planos para leste ano - além do cenário internacional.
1. Reforma ministerial
2. Eleição da Presidência da Câmara
3. Estratégia econômica
A escolha dos ministros que iniciariam o segundo procuração de Dilma gerou conflitos com partidos e movimentos sociais. Ex-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Kátia Abreu (PMDB) no Ministério da Agricultura causou a ira em grupos que apoiaram a reeleição de Dilma.
Considerada indicação pessoal de Dilma e não do partido, Kátia foi um símbolo das demais nomeações do PMDB. Os deputados não sentiram que a Câmara foi prestigiada na elaboração da Esplanada e esta combate rendeu ao longo de todo o ano.
Para completar o desprazer dos peemedebistas, o Planalto bateu de frente com a campanha de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados.
Nos bastidores, o ministro Gilberto Kassab, das Cidades, e Cid Gomes, logo ministro da Educação, fizeram campanha para o candidato do PT, Arlindo Chinaglia (SP), e ambos foram rechaçados por Cunha.
Mais uma vez a relação com a Câmara se desgastou.
Ajuste fiscal
Tanto na Câmara quanto no Senado, a presidente enfrentou uma outra barreira, a do ajuste fiscal.
A promessa de que não mexeria em direitos trabalhistas, a manutenção dos bons índices de ofício caíram por terreno com o pregão da política econômica.
Mais uma vez a escolha da Esplanada teve influência. A dificuldade da presidente em encontrar alguém do mercado que topasse assumir o posto de Guido Mantega, no comando da Fazenda.
Indicado pelo presidente do Grupo Bradesco, Luiz Trabuco, Joaquim Levy assumiu a pasta com a função de retomar o desenvolvimento do País. Ao lado dele, foi indicado Nelson Barbosa, para o Planejamento. Ambos com metodologias praticamente opostas.
Os dois não conseguiram reerguer a economia brasileira e propuseram medidas porquê diferença na pensão e aumento de impostos.
Além de munição para a oposição, as medidas afastaram da presidente partidos da base, porquê o próprio PT.
Impeachment
Os resultados na economia e o desempenho político de Dilma se refletiram nas avaliações do governo.
Insatisfeitos, brasileiros foram às ruas contra a mandatária.
Faltavam, porém, fatos que pudessem sustentar um pedido de impeachment. A presidente passou o ano refém da iminente fenda do pedido de isolamento.
Em outubro, a presidente sofreu duas derrotas seguidas:
1. S Tribunal de Contas da União decidiu por unanimidade rejeitar as contas públicas de 2014.
2. Decisão do Tribunal Superior Eleitoral de terebrar, pela primeira vez, uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime)contra a placa de Dilma e seu vice, Michel Temer.
As duas reacenderam a labareda para ela fosse afastada da presidência. Em dezembro, o pedido acabou aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o processo teve a tramitação iniciada.
Operação Lava Jato
Meio a crise econômica e política, o Planalto voltou ao meio da Operação Lava Jato, com a Petrobras. No início do ano a logo presidente da estatal Graça Foster renunciou ao incumbência.
Retomada
Pela primeira vez, Dilma cancelou o recesso de término de ano e tem comandado reuniões diárias para encetar 2016 com a economia de volta aos trilhos.
Fonte: HuffPost Brasil
A mandatária viu os índices de popularidade e avaliação do governo despencarem, protagonizou a pior crise política do seu governo, viu os índices econômicos caírem e o serviço, principal bandeira da reeleição, bateu recordes negativos.
Para terminar, a presidente sofreu retaliação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), com a franqueza do processo de impeachment.
S calvário do 2015 de Dilma foi iniciado ainda em meados de 2014, na era da campanha presidencial.
Promessas de que não haveria arrocho nem mudanças nas leis trabalhistas e fortalecimento de bandeiras do governo porquê o Ciência sem Fronteiras, o Pronatec e a geração do Mais Especialidades ficaram para trás.
Três fatores que contaram com interferência da própria petista ajudaram a limar os planos para leste ano - além do cenário internacional.
1. Reforma ministerial
2. Eleição da Presidência da Câmara
3. Estratégia econômica
A escolha dos ministros que iniciariam o segundo procuração de Dilma gerou conflitos com partidos e movimentos sociais. Ex-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Kátia Abreu (PMDB) no Ministério da Agricultura causou a ira em grupos que apoiaram a reeleição de Dilma.
Considerada indicação pessoal de Dilma e não do partido, Kátia foi um símbolo das demais nomeações do PMDB. Os deputados não sentiram que a Câmara foi prestigiada na elaboração da Esplanada e esta combate rendeu ao longo de todo o ano.
Para completar o desprazer dos peemedebistas, o Planalto bateu de frente com a campanha de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados.
Nos bastidores, o ministro Gilberto Kassab, das Cidades, e Cid Gomes, logo ministro da Educação, fizeram campanha para o candidato do PT, Arlindo Chinaglia (SP), e ambos foram rechaçados por Cunha.
Mais uma vez a relação com a Câmara se desgastou.
Ajuste fiscal
Tanto na Câmara quanto no Senado, a presidente enfrentou uma outra barreira, a do ajuste fiscal.
A promessa de que não mexeria em direitos trabalhistas, a manutenção dos bons índices de ofício caíram por terreno com o pregão da política econômica.
Mais uma vez a escolha da Esplanada teve influência. A dificuldade da presidente em encontrar alguém do mercado que topasse assumir o posto de Guido Mantega, no comando da Fazenda.
Indicado pelo presidente do Grupo Bradesco, Luiz Trabuco, Joaquim Levy assumiu a pasta com a função de retomar o desenvolvimento do País. Ao lado dele, foi indicado Nelson Barbosa, para o Planejamento. Ambos com metodologias praticamente opostas.
Os dois não conseguiram reerguer a economia brasileira e propuseram medidas porquê diferença na pensão e aumento de impostos.
Além de munição para a oposição, as medidas afastaram da presidente partidos da base, porquê o próprio PT.
Impeachment
Os resultados na economia e o desempenho político de Dilma se refletiram nas avaliações do governo.
Insatisfeitos, brasileiros foram às ruas contra a mandatária.
Faltavam, porém, fatos que pudessem sustentar um pedido de impeachment. A presidente passou o ano refém da iminente fenda do pedido de isolamento.
Em outubro, a presidente sofreu duas derrotas seguidas:
1. S Tribunal de Contas da União decidiu por unanimidade rejeitar as contas públicas de 2014.
2. Decisão do Tribunal Superior Eleitoral de terebrar, pela primeira vez, uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime)contra a placa de Dilma e seu vice, Michel Temer.
As duas reacenderam a labareda para ela fosse afastada da presidência. Em dezembro, o pedido acabou aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o processo teve a tramitação iniciada.
Operação Lava Jato
Meio a crise econômica e política, o Planalto voltou ao meio da Operação Lava Jato, com a Petrobras. No início do ano a logo presidente da estatal Graça Foster renunciou ao incumbência.
Retomada
Pela primeira vez, Dilma cancelou o recesso de término de ano e tem comandado reuniões diárias para encetar 2016 com a economia de volta aos trilhos.
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Fonte: HuffPost Brasil






