“Eu não queria trabalhar”, justifica pedreiro que matou a mulher depois pendência
Suspeito contou à polícia a motivação da desavença com a mulher RecordTV S pedreiro, de 32 anos, que matou a
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Saiba Mais [+]“A nacionalidade de um ucraniano é determinada pelo que chamamos de recta de sangue, ou seja, não tem relação com o país em que se nasce, mas sim com a origem familiar. Isso significa que, pela proximidade geográfica, existem na Ucrânia muitos russos de sangue”, esclarece.E cá é um dos pontos essenciais na compreensão das raízes desse conflito: a identidade dos povos. Yanukovich, logo presidente da Ucrânia, tem raízes russas. Ele foi deposto durante as manifestações e sucedido por Petro Poroshenko, de etnia ucraniana. Poroshenko, por sua vez, não foi reconhecido porquê líder legítimo por uma parcela de ucranianos de origem russa, habitantes do leste do país. “Quando a revolução derrubou um presidente eleito, os ucranianos de origem russa se sentiram ofendidos e reivindicaram a separação de território. A teoria era anexá-los à Rússia”, diz Segrillo. S que cada lado quer Para colocar término ao conflito, a Ucrânia, apoiada pelos Estados Unidos e União Europeia, quer restabelecer a autonomia do governo nas áreas dominadas pelos separatistas, mesmo com concessões de maior autonomia para Donestsk e Luhansk. Além disso, pede a retirada das tropas russas de seu território. Já os rebeldes pró-Rússia, apoiados pelo governo de Vladmir Putin, reivindicam o reconhecimento das repúblicas populares enquanto países, o não desarmamento das forças separatistas e a saída dos soldados ucranianos da região. Tentativas de tratado Em setembro de 2014, meses depois que os confrontos começaram, as forças do governo da Ucrânia e os separatistas decidiram interromper a violência e libertar os prisioneiros. S parar-queima, entretanto, nunca vigorou por inteiro: os rebeldes tentaram tomar o aeroporto de Donetsk – considerado um ponto estratégico e simbólico no conflito – e em janeiro de 2015, conseguiram dominá-lo. Logo depois, em fevereiro do mesmo ano, os presidentes da Rússia, Ucrânia, Alemanha e França se reuniram em Minsk, Belarus, e anunciaram o “Acordo de Minsk”. As negociações pediam uma zona desmilitarizada, para a retirada em segurança dos civis, e uma maior autonomia para os separatistas pró-Rússia. Entretanto, mostrou o relatório da ONU, essas tratativas falharam e, segundo revelaram as investigações, os dois lados “continuam utilizando armas proibidas e não tomam suficientes precauções para evitar a devastação de serviços básicos porquê escolas, creches e hospitais”. Situação atual Além das 10 milénio mortes, o conflito já deixou quase 30 milénio feridos ao longo dos anos. A população social é a maior vítima. De congraçamento com a ONU, residentes das áreas de conflito vivem hoje sob ameaço permanente de minas terrestres e os rastros de explosivos deixados no campo contaminaram áreas usadas para a lavoura. Essas pessoas são impedidas de se locomoverem dentro do país, uma vez que não há transporte público que atravesse a risca de separação entre a dimensão controlada pelos rebeldes e aquela nas mãos do tropa ucraniano. A exigência dos prisioneiros de guerra também é foco de preocupação da entidade. A ONU alertou para as condições em que vivem os presos em Lugansk e Donetsk. Há indícios de que podem estar sendo submetidos a sessões de torturas e outros tipos de tratamento desumano, porquê violência sexual ou de gênero.
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