Literatura em risco: Dilma ameaço grafar um livro

Dilma Rousseff contou à jornalista Natuza Nery que não sabe quando publicará um livro de memórias, mas gostaria muito de grafar um romance policial. Que tal juntar as duas coisas numa obra só, fazendo de conta que é ficção o que efetivamente aconteceu?

A discurseira populista do herói, por exemplo, camufla o chefão de uma organização criminosa disfarçada de partido político. Enquanto juramento que só pensa em transferir os pobres e miseráveis para a classe média, ele enriquece com donativos de empreiteiros amigos.

Cercada de bandidos por todos os lados, a heroína repete de meia em meia hora que é mulher honrada. Ele acaba na masmorra. Ela perde o ofício e, embora não consiga expor uma única frase com início, meio e término, resolve virar escritora. S VEJA.com