As mais loucas experiências científicas

iG São Paulo

Cientistas não mediram esforços, como se expor a doenças, para tentar comprovar teses

A expressão "cientista louco" não nasceu por acaso. Há séculos, homens ousados (e muitas vezes com distúrbios) não pouparam esforços para tentar comprovar teses científicas.

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Nas fotos abaixo você revive dez das experiências científicas mais incomuns já registradas na história da humanidade.

Pioneiro no transplante de órgãos, o cientista russo Vladimir Demikhov assombrou o mundo com suas experiências com cães, como o animal de duas cabeças apresentado em 1954

Pioneiro no transplante de órgãos, o cientista russo Vladimir Demikhov assombrou o mundo com suas experiências com cães, como o animal de duas cabeças apresentado em 1954

Foto: Reprodução

Giovanni Aldini fez várias experiências com estímulos elétricos. Em 1803, fez um preso executado "ressuscitar" ao aplicar os polos de uma bateria de 120 volts ao corpo

Giovanni Aldini fez várias experiências com estímulos elétricos. Em 1803, fez um preso executado "ressuscitar" ao aplicar os polos de uma bateria de 120 volts ao corpo

Foto: Reprodução

Há séculos o homem faz experiências de crucificação para tentar comprovar a tese de que em si só ela não é mortal.

Há séculos o homem faz experiências de crucificação para tentar comprovar a tese de que em si só ela não é mortal.

Foto: Reprodução

Convertido ao ocultismo nos anos 40, Jack Parsons se notabilizou por diversos experimentos que envolviam fogo. Morreu numa explosão durante um deles.

Convertido ao ocultismo nos anos 40, Jack Parsons se notabilizou por diversos experimentos que envolviam fogo. Morreu numa explosão durante um deles.

Foto: Divulgação

Nos anos 20, Karl Krall realizou várias experiências de telepatia entre homens e animais, notadamente cachorros e cavalos

Nos anos 20, Karl Krall realizou várias experiências de telepatia entre homens e animais, notadamente cachorros e cavalos

Foto: Reprodução

Executado em 1938 nos EUA, o criminoso John Deering participou de experiência que mediu a reação de um morto a tiros. Seu coração parou de bater 15 segundos após atingido

Executado em 1938 nos EUA, o criminoso John Deering participou de experiência que mediu a reação de um morto a tiros. Seu coração parou de bater 15 segundos após atingido

Foto: Reprodução

José Delgado era obcecado pelo controle da mente. Implantou chips em diversos animais e em 25 seres humanos os quais dizia ser possível controlar movimento e emoções

José Delgado era obcecado pelo controle da mente. Implantou chips em diversos animais e em 25 seres humanos os quais dizia ser possível controlar movimento e emoções

Foto: Reprodução

O romeno Nicolas Minovici fez vários estudos sobre enforcamentos e, não satisfeito, ele próprio passou pela experiência (até a beira da morte) por 12 vezes.

O romeno Nicolas Minovici fez vários estudos sobre enforcamentos e, não satisfeito, ele próprio passou pela experiência (até a beira da morte) por 12 vezes.

Foto: Reprodução

Stubbins Ffirth tentou provar que a febre amarela não era contagiosa e se expôs de todas formas à doença, inclusive bebendo o vômito de um enfermo. Estava errado.

Stubbins Ffirth tentou provar que a febre amarela não era contagiosa e se expôs de todas formas à doença, inclusive bebendo o vômito de um enfermo. Estava errado.

Foto: Reprodução

Em 1928, Sergei Bruyukhonenko testou órgãos artificiais. Ele ligou cabeças de cachorros a coração e pulmão biônicos e as manteve vivas (o cão mexia as orelhas e os olhos)

Em 1928, Sergei Bruyukhonenko testou órgãos artificiais. Ele ligou cabeças de cachorros a coração e pulmão biônicos e as manteve vivas (o cão mexia as orelhas e os olhos)

Foto: Reprodução


Fonte: Notícias do Último Segundo: o que acontece no Brasil e no Mundo