Mineiras quebram mito de que homem “bonzinho” não pega ninguém
Existem 150 mil mulheres a mais que homens em Belo Horizonte e as solteiras da capital mineira estão mais exigentes na hora de escolher a companhia de um homem.
Os principais alvos das reclamações do sexo feminino são com os homens inseguros, os que não demonstram confiança, os que concordam com tudo, não tem a "pegada", os desligados que só ficam na amizade e aqueles que sufocam.
O homem "bonzinho" é um dos tipos mais polêmicos. Nas ruas, a opinião das mineiras é contoversa. Algumas não gostam muito e dizem que os rapazes bonzinho não sabem como tratar uma mulher. Outras defendem o tipo e contam que eles são mais carinhosos, românticos e, muitas vezes, sabem dividir as responsabilidades da casa.
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Para a modelo Thaís confessa que não se atrai muito com o tipo de homem que, segundo ela, toda mãe sonha em ter como genro. Ela conta que os solteiros conhecidos por serem "bonzinhos" acabam cerceando a liberdade da mulher.
— Eles prendem muito a gente. A maioria das mulheres gostam de ter sua vida idependente.
O gerente de loja Vitor Hugo da Costa acredita ser um homem do tipo "bonzinho". Casado há 3 anos, ele afirma que tenta colocar a felicidade da mulher sempre em primeiro lugar.
— Eu me sinto bem em agradar ela. Para, ela eu sempre fui bom.
O comportamento masculino e a preferência feminina são, na verdade, bem mais complexos que os esteriótipos. O psicólogo Cláudio Paixão explica que a atração entre duas pessoas pode se dar por diversos fatores culturais. No entanto, existem algumas características que podem ser mais valorizadas pelas as mulheres.
— Elas buscam alguém que proteja e cuide, mas que ao mesmo tempo que se coloque, se garante. Então, o bonzinho pode acabar sobrando. Às vezes, as mulheres ficam até com os bad boys, os sujeitos malvados e até meio galinhas, porque elas acreditam que podem o convencer a virar um cara fiel.
