Startup cria serviço de escolta sob demanda
Ao contrário do Uber, que capta motoristas comuns, a Anjo55 faz uma seleção de pessoas especializadas em segurança
Reprodução/Facebook/Criancinha 55
A sensação de instabilidade que muitos paulistanos dizem ter motivou a geração de uma novidade startup. O empresário Fernando Braga, 38 anos, fundou a Anjo55, companhia que oferece um serviço de escolta para carros sob demanda via aplicativo. Quando o usuário estiver se deslocando de carruagem à noite, ele pode solicitar, pelo app, um segurança não armado que acompanhará seu trajectória em uma moto, até o término do trajeto.
Disponível para iPhone e smartphones Android, o serviço já captou 1,3 milénio clientes e tem sido chamado de "Uber da escolta": além de a solicitação ser feita por um aplicativo, o pagamento é realizado por cartão de crédito e a cobrança é determinada pelo tempo de uso - o valor é de R$ 2,70 por minuto.
Ao contrário do Uber, que capta motoristas comuns, a Anjo55 faz uma seleção de pessoas especializadas em segurança. Os profissionais que fazem a escolta são funcionários da empresa de segurança Gocil - segundo Braga, a parceira fica com uma fatia da receita do valor pago pelos usuários.
"Vivo a instabilidade de São Paulo desde que nasci, passando no sinal vermelho à noite por desculpa do pavor", contou Braga, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. "Quero resolver um problema que afeta a qualidade de vida das pessoas. Há pais que não dormem esperando os filhos chegarem de festas à noite."
Por enquanto, a Anjo55 - referência ao código internacional para se fazer ligações para o Brasil - só funciona à noite, das 18h às 4h. A atuação também está limitada a alguns bairros das zonas sul e oeste da capital, porquê Brooklin, Moema, Jardins, Morumbi, Itaim Bibi e Cimalha de Pinheiros.
Todos os trajetos são monitorados por uma medial de segurança, que tem entrada à localização dos celulares do segurança e do usuário que ele acompanha. Assim, é provável saber se um veículo está realmente próximo ao outro. A escolta pode ser cancelada a qualquer momento - desistências e outras informações são enviadas aos seguranças por avisos da medial, com auxílio de fones de ouvido.
Crédito
Secção dos problemas que o Uber e outros apps de transporte tiveram no pretérito envolviam justamente a suspeição de usuários de entrar no coche de um ignoto. Ao fundar a Anjo55, Braga acredita ter resolvido esse problema ao fechar a parceria com a Gocil.
Além de serem registrados, os seguranças da empresa têm treinamento próprio à função, passam por seleção e têm certificados emitidos pela Polícia Federalista. Segundo Braga, os serviços da Anjo55 podem ser utilizados até mesmo para a escolta dos usuários em viagens de Uber. "Somos um serviço complementar aos apps de transporte generalidade, com a meta de reduzir risco de entrar no carruagem de um estranho", afirma o presidente da Anjo55.
Sem racontar a rede de esteio às operações oferecidas pela Gocil, a Anjo55 tem hoje 8 pessoas em sua equipe. Desde sua instalação, no ano pretérito, a empresa já levantou R$ 800 milénio em aportes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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