Projeto ‘Força Espacial’ dos EUA é enviado ao Congresso
O presidente dos EUA, Donald Trump, mostra sua assinatura na Diretiva de Políticas Espaciais-4 (SPD-4) em 19 de fevereiro de 2019 na Mansão Branca
NICHOLAS KAMM
O Pentágono anunciou nesta sexta-feira que enviou um projeto de lei ao Congresso que estabelece uma "Força Espacial", de convenção com os desejos do presidente Donald Trump, que deve enfrentar possante oposição.
"Levante é um momento histórico para nosso país", disse o secretário interino de Resguardo, Patrick Shanahan, em um enviado.
"A lei proposta pelo Departamento de Resguardo é um passo estratégico para prometer os interesses nacionais vitais dos Estados Unidos no espaço".
No início, a "Força Espacial" será um comando militar dentro da Força Aérea.
Logo, com a aprovação do Congresso, ele se tornará uma força com seu próprio director de gabinete e um subsecretário para o Espaço, mas ainda dentro da Força Aérea, porquê o corpo de escol dos Marines, que opera dentro da Marinha dos Estados Unidos.
Todos os militares e civis que trabalham no setor espacial dentro do Pentágono (satélites, foguetes, armas, tecnologias ...) serão agrupados sob um único comando.
O projeto prevê que a força do espaço reúna muro de 15 milénio soldados, uma pequena fração das forças armadas dos Estados Unidos (1,2 milhão de homens e mulheres) e que sua geração custará 2 bilhões de dólares em 5 anos.
Se o Congresso autenticar o projeto, a Força Espacial será o primeiro serviço criado pelas forças dos Estados Unidos depois da Força Aérea, em 1947.
Mas vários representantes e alguns funcionários do Pentágono criticaram o projeto, porque acreditam que isso iria amplificar muita burocracia, enquanto o Departamento de Resguardo é questionado pela lentidão de sua capacidade de responder à mudança tecnológica, precisamente por pretexto de sua pesada burocracia.
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