Estudo Áudio Sennheiser GSP 300
A Sennheiser é uma marca que dispensa apresentações para qualquer um que conheça alguma coisa sobre áudio profissional. Fundada em 1945, a empresa alemã é conhecida por fazer alguns dos melhores fones de ouvido profissionais e também alguns dos melhores microfones profissionais do mercado.
O Sennheiser GSP 300 é considerado o headset de "ingressão" da Sennheiser, sendo o padrão "menos custoso" que a marca disponibiliza (sem contarmos headsets que já saíram de risca), custando atualmente R$ 620, embora possa ser visto ocasionalmente por valores menores.

Esse é um valor que ironicamente é o mesmo de modelos "topo de risco" de outras marcas, mas os headsets topo da Sennheiser, porquê o Sennheiser GSP 600, custam o duplo disso, logo o GSP 300 não deixa de ser o "mais alcançável" na risco GSP.
O Sennheiser GSP 300 também é vendido em cores diferentes, GSP 301 (branco), GSP 302 (totalmente preto) e GSP 303 (versão privativo Need for Speed Payback). Há também o Sennheiser GSP 350, que possui uma placa de som USB integrada, cabo removível e um cabo com conector curvado para uso em consoles, enquanto o GSP 300/301/302/303 não possui esses recursos.

Logo porquê esse headset de "ingressão" da Sennheiser se compara com modelos "topo de risca" da concorrência? Quais as suas vantagens sobre outros headsets? E realmente vale esse preço?
É o que veremos a seguir.
A estrutura do Sennheiser GSP 300 é bastante polêmica, pois ela não é o que parece ser.

Ao pegar levante fone nas mãos pela primeira vez, a sensação é que leste seja um headset de R$ 100~200, porque ele é extremamente ligeiro e dá a sensação de ser "barato". Nenhuma de suas peças é reforçada, não há nenhuma peça de metal no seu exterior e seu plástico realmente passa uma tremenda sensação de fragilidade.
Mas cá está um erro muito generalidade ao calcular materiais: descobrir que rigidez é o que torna um pouco "indelével", quando na verdade maleabilidade pode finalizar sendo mais importante, porquê podem ver neste vídeo de teste:
A estrutura plástica do Sennheiser GSP 300, embora pareça ao tato ser feita com um "plástico generalidade", é feita com um plástico extremamente maleável, possibilitando que sua estrutura possa retorcer bastante sem quebrar.
E em um headset isso é muito interessante, pois a estrutura de fones tende a retorcer bastante com e mormente para quem possui uma cabeça XGG (responsável da estudo).
Se a estrutura do círculo for "rígida" demais e feita de um material não muito indestrutível, a tendência é que ela quebre com devido ao stress causado pelo uso.

Também, o indumento do Sennheiser GSP 300 ser um fone ligeiro, acrescenta à duração dele. Se um fone mais "reforçado" e mais "pesado" desabar no soalho, o impacto nos componentes internos e na própria estrutura será maior do que se os murado de 260 gramas (sem cabo e conector) do Sennheiser GSP 300 caírem no soalho.
Vai "contra a lógica" que um fone das quais plástico parece tão barato ao tato, seja mais resistente que outros headsets cheios de metal que pesam quase meio quilo, mas tudo isso ocorre devido à utilização de um ótimo plástico com uma maleabilidade extraordinário, o que faz a construção do Sennheiser GSP 300 óptimo, mesmo que não pareça ser.

Continuando, no lado recta do Sennheiser GSP 300 há uma enorme roda para controle de volume, a qual utiliza um potenciômetro e é bastante fácil remoinhar durante o jogo, mas também fácil de remoinhar acidentalmente ao colocar o fone novamente na mesa:

Quem acompanha as publicações cá no Adrenaline, sabe que eu tenho uma opinião bastante contrária à presença de potenciômetros em fones de ouvido, pois eles tendem a apresentar problemas com e uso, apresentando mau contato, fazendo um lado permanecer mais cimalha que o outro, um lado deixar de funcionar ou o fone por inteiro dar problemas.
Dicas do Wetto: Pare de usar a roda de volume do seu fone de ouvido
E a Sennheiser não possui o melhor histórico nesta questão, headsets porquê o Sennheiser G4ME One e G4ME Zero são bastante conhecidos por apresentarem problemas neste controle de volume. Minha recomendação para que o fone dure o sumo provável é que não usem esses controles de volume quando são usados potenciômetros e optem por outras alternativas (ex: macros via AudioSwitch), mas obviamente façam o que preferirem com o fone de vocês.
O cabo do Sennheiser GSP 300 é feito somente em borracha, é uma borracha fina, muito maleável e não aparenta ser resistente a maus-tratos, logo tomem desvelo com levante fone e cuidem para que estes cabos não raspem em quinas da sua mesa.

Enfim, com exceção do cabo, a construção do Sennheiser GSP 300 é muito muito feita, mesmo que não pareça. A extrema maleabilidade de seu plástico e seu plebeu peso, ao contrário do que acaba parecendo em impressões iniciais, na verdade acrescentam à duração dele, tornando leste um fone muito construído.
Mas a construção não é o único paisagem que avaliamos neste segmento da estudo, há de se estudar também o conforto. E cá a situação complica.
O Sennheiser GSP 300 é um fone que não possui quase nenhum "clamping" (a força que o fone faz contra a sua cabeça), o que é um ponto vantajoso para ele. Também, seus ajustes abrem até bastante, embora no meu caso tive que usar no sumo e pessoas que tiverem cabeças maiores que a minha terão problemas sérios com ele.

O acolchoamento superior é feito em um tecido de "malha esportiva" (similar às almofadas dos headsets da Logitech) e são bastante confortáveis.

As almofadas do Sennheiser GSP 300 são feitas em courino e a qualidade delas aparenta ser boa. O courino aparenta ter uma boa densidade (o que é bom para a duração dele) e o recheio das almofadas é adequado, embora não são as mais fofas do mercado.

Mas, agora a polêmica: Sennheiser GSP 300 possui uma espaço interna pequena em suas almofadas, mais especificamente em sua largura, fazendo com que orelhas grandes e muitas médias acabem não "encaixando" dentro da extensão interna, ao invés disso a almofada fica sob secção da ouvido, similar ao que acontece em fones do tipo "on-ear", muito utilizados para uso portátil.

Qual o motivo para fazerem as almofadas tão grandes e uma extensão interna tão pequena? Provavelmente para aumentar o isolamento acústico do fone, desde que sua ouvido juntura dentro deste espaço, quanto maior a espaço, menores as chances de vazamento. Ironicamente, se sua ouvido for maior que a espaço interna, o mal juntura acaba diminuindo o isolamento acústico.
E aí entra o problema, há muitas pessoas que não se sentem confortáveis com fones "on-ear", o vestimenta do fone estar esmagando a ouvido pode ser desconfortável para alguns usuários depois algumas horas, o que infelizmente é o caso para o responsável desta estudo. Utilizar o Sennheiser GSP 300 por várias horas realmente foi uma experiência repugnante, similar a porquê foi o caso do Razer Electra V2.
Há pessoas que não se sentem confortáveis com designs "on-ear" e o Sennheiser GSP 300 não agrada levante público
"Conforto" é um pouco extremamente subjetivo, varia de pessoa para pessoa, mas não sinto que o design do GSP 300 foi projetado tendo em mente aprazer o maior número de pessoas, pois uma simples mudança na dimensão interna de suas almofadas já agradaria um público muito maior. A nota do "conforto" é subjetiva e representa a minha experiência com o fone, mas saiba que a sua pode findar sendo igual ou muito dissemelhante.
E agora chegamos ao que normalmente é o foco dos fones da Sennheiser: qualidade sonora.
Na BGS 2018, tivemos a oportunidade de testar o Sennheiser GSP 600 e sinceramente nunca ouvi zero similar em outro headset para jogos. O controle de todas as frequências, a possante presença de graves mesmo sem prejudicar outras frequências, o palco sonoro contraditório mesmo sendo um headset com acústica fechada, simplesmente fenomenal.

E por qual motivo estou citando o GSP 600 quando esta é a estudo do GSP 300? Bom, enquanto o GSP 600 está níveis supra de qualquer outro concorrente que já tenha testado, o Sennheiser GSP 300 não é muito dissemelhante de outras alternativas que existem no mercado.
Isto não quer expressar que a qualidade de áudio do Sennheiser GSP 300 seja ruim, de forma alguma, somente que dissemelhante do que a crença do nome da "Sennheiser" faça parecer e dissemelhante do que ocorreu com o GSP 600, há concorrentes tão competentes quanto o GSP 300 em termos de áudio, o Galax Xanova Juturna, HyperX Cloud Alpha, Logitech G633 e SteelSeries Arctis 5 sendo exemplos.

Voltando ao GSP 300, seus graves possuem uma ótima presença, mas não tanta ao ponto de afogar as outras frequências. Ele sabe mostrar os graves necessários para músicas eletrônicas quando precisa e também não deixa os graves passarem de seus limites em músicas onde eles não são o foco.
Mesmo assim, eles poderiam ter um pouco mais de "impacto" na minha opinião. São bons graves, mas não fazem eu "sentir o contrabaixo" porquê fazem seu irmão Sennheiser GSP 600, o Kuba Disco ou o Beyerdynamic DT 990 Premium.

Os médios possuem uma nitidez magnífico, demonstrando todos os detalhes de músicas e sons de jogos, o que é extremamente importante para um fone desta categoria.
Os agudos também possuem uma óptimo presença, sem nenhuma distorção e sem mostrarem estridência, escutar Gipsy Kings com o Sennheiser GSP 300 é uma óptimo experiência, embora o conforto do fone impede que eu escute o CD inteiro sem ter que remover ele da cabeça e repousar por um tempo.

"OK wetto, você comentou sobre o desempenho em músicas dele, mas e quanto a jogos?"
Em jogos de FPS, os excelentes médios e agudos deste fone fazem com que detalhes importantes estejam muito destacados. Também, embora o palco sonoro seja restringido pela própria acústica fechada dele, ele faz um ótimo serviço. Não é um "monstro" porquê seu irmão GSP 600, mas não fica detrás de nenhum concorrente entre headsets gamer desta filete de preço.
Jogando Apex Legends, não tive nenhum problema detectando direções de sons e diferenciando cada um deles, múltiplas foram as vezes onde pude surpreender inimigos com nascente headset, seja porquê o inimigo andou na chuva, por ter utilizado uma habilidade ou simplesmente pelos seus passos.

E em outros estilos de jogos ele também não apresenta problema qualquer, já que todas as suas frequências sonoras são muito balanceadas, sem nenhum excesso nos graves, médios ou nos agudos.

A qualidade sonora do Sennheiser GSP 300 é o que se espera de um headset da Sennheiser, extremamente leal ao áudio original da gravação/jogo, balanceada em seus graves, médios e agudos e com um bom palco sonoro mesmo tendo uma acústica fechada.
Logo ele é melhor em qualidade sonora do que qualquer concorrente nesta fita de preço? Não, alguns concorrentes chegam tão perto ao ponto que posso considerar "equivalentes", alguns destes com um preço entre 100 até 200 reais menos do que ele, e nestes casos fatores porquê o conforto (que é muito "ame ou odeie" no caso do GSP 300) e também recursos adicionais podem tornar qualquer concorrente mais vantajoso.
Mas, a vantagem do Sennheiser GSP 300 sobre qualquer outro concorrente do mercado, é o próximo paisagem da estudo.
O Sennheiser GSP 300 é um headset analógico e assim porquê qualquer outro headset analógico, a qualidade do microfone pode ser gravemente afetada pela qualidade da ingressão de áudio onde for conectado, assim porquê também pela presença ou não de aterramento em sua residência.
Neste teste e em todos os testes futuros, utilizamos sempre equipamentos que irão extrair o sumo de qualidade do microfone de headsets analógicos. Estamos utilizando um PC conectado em uma rede elétrica com aterramento, o que é importante para expelir ruídos que possam subsistir e não utilizaremos qualquer efeito para microfone presente nas placas de som (ex: redução de soído, clareamento de voz, etc...). O som das gravações é "puro".
No caso, utilizamos a EVGA Nu Audio, que consegue extrair o sumo do sumo de qualquer microfone de headset. Caso o seu headset não fique igual o do teste, sugiro comprar uma placa de som externa e se houverem ruídos que não existem no teste, sugiro também verificar o aterramento do seu computador. Comprar o Sennheiser GSP 350, que possui uma placa USB integrada, também é uma opção caso o áudio do seu computador seja ruim.
Uma única termo define a qualidade do microfone do Sennheiser GSP 300:
Sem razão
Todas as frequências da voz são muito muito captadas, o sistema de redução de rumor de envolvente via cancelamento de tempo funciona ridiculamente muito, é provável ter pessoas falando à sua frente e ele irá captar quase que exclusivamente sua voz, sem precisar usar nenhum efeito na placa de som que acaba reduzindo a nitidez da sua voz.
E supra de tudo, não há nenhum cross-talk, nenhum vazamento de áudio que deveria ir exclusivamente para os elevado-falantes, indo para o microfone.
Em um dos testes, haviam pessoas falando no quarto na minha frente, uma pessoa com violão cantando na sala do outro lado e os únicos sons entrando no microfone, eram minha voz e alguns passarinhos que estavam perto da janela que estava detrás de mim durante os testes.
Infelizmente eu acabei colocando a sensibilidade da EVGA Nu Audio em um valor muito eminente, o que fez a voz distorcer ao falar mais cume nesse teste, logo a distorção na voz em alguns momentos foi um erro por minha secção.
O cancelamento de soído do Sennheiser GSP 300 e de alguns outros headsets do mercado, se dá através do cancelamento de tempo. O microfone possui dois lados, ambos sendo capazes de captar sons, mas exclusivamente um lado importa, que é o lado para onde está a boca do usuário.


Logo porque é captado o outro lado? Para fazer o cancelamento de rumor! Ao inverter-se as frequências do som do envolvente, é provável cancelar secção do soído do envolvente em um processo que chamamos de cancelamento de período, é o mesmo processo que o utilizado para fazer "Fones com cancelamento de rumor ativo".

"Ah, mas minha placa de som também tem isso nas configurações..."
Não, a "redução de rumor" que placas de som costumam possuir não se dá através do cancelamento de tempo, esse efeito reduz drasticamente a nitidez da voz, elimina certas frequências e deixa o usuário com a voz de um "pato estrangulado". Não há porquê confrontar, a redução de rumor via cancelamento de período é muito melhor, mas a combinação das duas pode ser interessante em ambientes muito barulhentos.

É importante mencionar que qualquer soído que estiver vindo da mesma direção para onde está o usuário, não será cancelado (ex: ventilador no teto logo detrás de você, uma janela detrás de você por onde entra estrondo, etc...). Também, leste processo ameniza, mas não remove completamente o soído de fundo, embora o Sennheiser GSP 300 foi o headset mais competente neste recurso que já testei.
Também, porquê já é generalidade para vários headsets gamer atualmente, levantar o microfone corta o áudio do microfone. Já se você o descair, ele volta a funcionar.

Enfim, não há muito o que expressar senão declarar levante um dos melhores microfones entre headsets para jogos, o que não é nenhuma surpresa já que um dos principais mercados da Sennheiser é o de microfones para uso profissional.
A qualidade é óptimo, o sistema de redução de rumor envolvente do próprio microfone funciona muito muito e sem distorcer a voz, não há nenhum vazamento de áudio para o microfone... É simplesmente fenomenal.
AVALIAÇÃO:
Construção
Conforto
Qualidade Sonora
Microfone
Preço - R$ 620
O Sennheiser GSP 300 é um ótimo fone, com ótima qualidade de áudio, uma boa construção mesmo aparentando uma falsa "fragilidade" e um microfone fenomenal, tão bom quanto o microfone utilizado pelo GSP 500 e GSP 600. É um dos melhores microfones em um headset para jogos.
Ao mesmo tempo, ele é um fone complicado para recomendar.
A dimensão interna das almofadas não é grande, logo ele acaba se tornando um fone "on-ear" para pessoas com orelhas médias ou grandes. Combine com a variável do óculos e temos um fone do qual conforto pode variar drasticamente de consonância com o usuário, para algumas pessoas pode ser muito confortável, mas não foi para o responsável da estudo.
Alie isso ao preço de R$ 620, que está um tanto supra do adequado, e temos uma situação muito complicada.
Com exceção do microfone, o qual é absurdamente bom, o Sennheiser GSP 300 não tem "grandes vantagens" em cima de alguns de seus concorrentes e o simples fator do conforto, pode tornar outras opções mais vantajosas.
Eu confesso que prefiro utilizar o Galax Xanova Juturna, o qual não é subalterno na qualidade sonora e é absurdamente superior em conforto para mim, mesmo o microfone dele sendo horroroso perto do Sennheiser, pois a qualidade do microfone não é minha prioridade já que não faço streaming ou um pouco do tipo.
E aí está o ponto chave para determinar entre o Sennheiser GSP 300 ou qualquer concorrente: o quanto você valoriza a qualidade do microfone.
Se você é um streamer ou alguém que faz gravações de voz continuamente e não quer usar um microfone de mesa ou quer um headset exclusivamente pela praticidade, o Sennheiser GSP 300 e principalmente seu irmão Sennheiser GSP 350, o qual já acompanha uma placa de som USB para ter-se a melhor qualidade provável no microfone, são duas ótimas opções, o microfone é melhor do que qualquer concorrente dessa fita de preço.
Já se você usa o microfone somente para invocar de palavrões aquele seu camarada e falar esporadicamente no Discord, o microfone já não é uma grande prioridade. Assim, o maior conforto e também alguns dos recursos de concorrentes porquê o Galax Xanova Juturna, HyperX Cloud Alpha, Logitech G633 e SteelSeries Arctis 5, podem ser mais vantajosos.

Fora que tirando o caso do microfone do Juturna (que tem um problema de crosstalk), o microfone desses outros headsets é bom, só não é um contra-senso porquê o do Sennheiser GSP 300.
Enfim, com algumas modificações em suas almofadas e um preço na mansão dos R$ 500, o Sennheiser GSP 300 poderia se tornar um dos melhores headsets desta filete de preço, mas por R$ 620 nascente headset é indicado para quem prioriza a qualidade do microfone supra de outros aspectos, embora esporadicamente ele é visto com preços aquém disso, situações nas quais ele pode valer a pena.
Sugiro que testem o GSP 300 antes de comprar, pois se ele couber muito em suas orelhas e não promover desconforto, levante é um magnífico headset. Caso contrário, opte por qualquer concorrente ou logo pela risco Sennheiser G4ME, a qual é mais confortável que os modelos da risco Sennheiser GSP.
PRÓS
- A estrutura pode fingir fragilidade, mas na verdade é extremamente maleável e portanto indelével
- Um dos melhores microfones entre headsets gamer, capta todas as frequências da voz absurdamente muito, possui um magnífico cancelamento de rumor envolvente e com zero vazamento do áudio para o microfone
- Ótima qualidade de áudio
- Zero clamping
CONTRAS
- Extensão interna das almofadas é pequena, não comportando as orelhas de muitos usuários, o que faz a opinião sobre conforto variar drasticamente de convenção com a pessoa
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