Quadrilha simulava venda de veículos na internet para roubar compradores
Dois integrantes de uma quadrilha especializada em uma novidade modalidade de roubo mediante sequestro foram presos na manhã desta terça-feira (19), em Belo Horizonte, por policiais do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).
A quadrilha simulava um pregão de venda de veículos de grande porte na internet, geralmente de caminhões, retroescavadeiras e caminhonetes, atraindo as vítimas, geralmente de outros Estados, e rendia as pessoas enquando elas chegavam em Belo Horizonte para efetuar a compra.As vítimas eram rendidas e levadas para um cativeiro, e o moeda que seria para a compra do veículo era transferido para a conta bancária da quadrilha.
Na manhã desta terça-feira (19), um varão de 21, e outro, de 27, foram presos no bairro Novo Aarão Reis, na região Nordeste da capital, onde moram.
Em 1° de novembro do ano pretérito, eles sequestraram um empresário de Brasília (DF), que veio s Belo Horizonte atraído por um falso pregão de venda de caminhão, por R$ 100 milénio. A Policia Social estourou o cativeiro no dia seguinte, em Santa Luzia, Grande BH, e libertou o empresário e um publicado dele, morador de Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, que havia escoltado o empresário na hora de saber o suposto caminhão. Ninguém foi recluso na ocasião.
O director do grupo, um varão de 44 anos, já estava detrás das grades, réprobo a mais de 100 anos de prisão por roubo mediante sequestro, roubo e homicídio. De negócio com o director da Delegacia Anti-Sequestro, procurador Ramon Sandoli, ele planejava e executava seus crimes por telefone, de dentro da Penitenciária Nélson Hungria, em Escrutinação, onde permanece recluso. "Somente no ano pretérito, o Deoesp apurou mais de 20 crimes dessa modalidade planejados dentro do sistema prisional mineiro e os condenados tendo aproximação a banco de dados", disse Sandoli.
Recrutamento
O director do grupo, segundo o procurador, sempre recrutava bandidos do lado de fora do presídio para cada ação que planejava. “Pegavam a vítima e a levava para o cativeiro e faziam essa roubo, com ameaças, coações, para que transferisse o quantia”, afirmou Sandoli. No caso do empresário de Brasília, a Polícia Social conseguiu bloquear a transferência bancária dos R$ 100 milénio da vítima.
O representante conseguiu apurar outros quatro crimes de roubo mediante sequestro cometido pelo varão de 44 anos de dentro da presídio, publicando falsos anúncios na internet. “Ou seja, dentro do sistema prisional, dentro da Penitenciária Nelson Hungria, com telefone celular, ele buscava informações de veículos que já estavam anunciados, montava um outro pregão para atrair vítimas de outros estados, recrutava 'soldados' dele cá fora para que pudessem fazer a vítima refém, ler as contas bancárias, para transferência do moeda, para somente depois libertar a vítima. Inclusive, com agressão física às vítimas”, disse o encarregado do Deoesp.
De pacto com o policial, essa ação criminosa é mais uma variação do delito de roubo mediante sequestro. “Antes, no pretérito, a gente só tinha aquele padrão clássico. Hoje, nós temos duas variações. E o que tem chamado mais atenção é o falso pregão e o sequestro de gerente de banco. Somente no ano pretérito, foram murado de 20 casos que nós conseguimos apurar, pela Delegacia Anti-Sequestro, e que todos eles eram comandados por presos do sistema prisional”, disse Sandoli, lembrando que os policiais da sua unidade conseguiram evitar seis sequestros, em ações antecipadas. Outros sequestros atribuídosao director do grupo são investigados.
[ad_2]
Manancial Notícia -> :Fonte Notícia
